Regina Duarte critica ‘feminismo’ de Malu Mulher: “Aquilo que eu nunca quis ser”

Publicado há um ano
Por Felipe Brandão
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Mais polêmica do que nunca, a atriz Regina Duarte foi a convidada desta noite de quarta-feira (29) do programa Conversa com Bial, da Rede Globo. No longo bate papo, ela falou ao apresentador Pedro Bial sobre os maiores sucessos de sua carreira e sobre a visão política conservadora que defende.

“Embora tenha tido atitudes de vanguarda, sempre fui e continuo conservadora. Em 2002, fui chamada de terrorista. Hoje sou chamada de fascista. Olha que intolerância! E eu achando que estava vivendo em uma democracia, onde tenho direito de pensar de acordo com o quero. Onde respeito quem pensa diferente de mim, não xingo ninguém”, queixou-se a eterna namoradinha do Brasil.

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Regina também recordou o sucesso de Malu Mulher. O seriado foi símbolo do feminismo nos anos 1970 e acaba de completar 40 anos. “Os desquites tinham triplicado em 1977. Isso chamou a atenção de Boni e Daniel [Filho, diretor do programa]: existia uma nova mulher na sociedade e era necessário falar dela.”

“Eu nunca me declarei feminista, mesmo fazendo Malu. Eu achava que não era por aí, que tinha caminhos intermediários, que tinha que negociar mais, que não podia se afastar do homem”, declarou, acrescentando que, com o decorrer da trama, deixou de se identificar com os posicionamentos da protagonista.

“Eu estava achando ela muito chata, muito autoritária, muito dona da verdade, muito feminista. Aquilo que eu nunca quis ser”, resume.

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