Regina Casé se emociona com homenagens no Arquivo Confidencial

Publicado há 8 meses
Por Arthur Pazin
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No último domingo (8), Regina Casé participou do Arquivo Confidencial, tradicional quadro do Domingão do Faustão. A atriz, que está no ar como a nordestina Lurdes, em Amor de Mãe, representou as mulheres em seu dia internacional e falou sobre a força da personagem, que promove o amor e a união.

“Tudo é contra o amor hoje em dia, contra a compreensão, contra ouvir o outro… E a Lurdes tá me dando a chance de ser a mensageira desse amor que eu acredito que tem dentro da gente. O momento não é de levantar muros, é de criar pontes. E eu não teria uma ponte maior para chegar nas pessoas do que esse personagem.”

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Regina foi surpreendida pelo apresentador Fausto Silva, que anunciou que ela estava no Arquivo Confidencial ao relembrar a trajetória do pai, o diretor de televisão Geraldo Casé, e da mãe, Heleida.

O primeiro depoimento ficou por conta do filho Roque e do netinho, Brás. Já a filha, Benedita, falou sobre sua deficiência auditiva e a luta delas para superar as dificuldades. As palavras deixaram Regina muito emocionada:

“Minha filha me ensinou a ser mãe e a ser mulher. E ela já é uma mãe muito melhor que eu. E nem nos meus melhores sonhos eu ia conseguir imaginar um filho mais perfeito do que o Roque. Eu amo ele demais. O Brás é uma fonte de alegria diária, inesgotável. A gente é muito parceiro.”

Maria Bethânia, que canta a música-tema de Lurdes em Amor de Mãe, também participou dando seu depoimento sobre Regina:

“Eu falei pra ela: ‘Você tá devendo a mim e ao público voltar aos palcos. Você é uma atriz extraordinária.’ Eu assisto a novela sempre que posso e adoro! A Regina é uma flecha certeira. Me pego chorando, me pego rolando de rir. Adoro as coisas que ela inventa. Acho fora do comum. Regina você é um espetáculo.”

Luiz Fernando Guimarães e Evandro Mesquita também falaram da amiga de longa data, companheiros da companhia de teatro Asdrubal Trouxe o Trombone:

Ela dizia que eu tinha o sangue quente e ela tinha o sangue frio. Eu era o sol e ela era a lua! Eu aprendi com ela a agregar pessoas, juntas as tribos. Ela sempre fez isso muito bem”, disse Luiz.

Já Evandro também brincou sobre a personalidade de Regina: “Ela não era nada na dela. Ela chegava chegando, sempre foi assim. E as pessoas tinham vontade de estar com ela, por isso que ela tem milhões de amigos.”

Patrycia Travassos, também integrante do grupo teatral dos anos 80, falou sobre a fase festeira de Regina que, segundo ela, dura até hoje:

“Eu entendi a palavra ‘festa’ quando conheci a Regina. Ai de você se não passar o Natal na casa da Regina. Ela pegava o microfone para organizar o amigo oculto, quem ia entregar o quê. É a pessoa mais brasileira que eu conheço!”

Estevão Ciavatta, marido de Regina, também falou sobre o relacionamento duradouro dos dois.:

“Somos um casal bem tradicional. Foram dois anos de namoro, um ano de noivado e só então que a gente se casou, em 1999. Lembro que eu chorava muito, todo mundo chorando, Regina chorando. Muita gente achou que ia durar pouco, que era mais um casamento de capa de revista, mas estamos aí, 23 anos juntos.”

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