Profissão Repórter trata da violência contra a mulher

O problema ficou mais grave durante a pandemia

Publicado em 20/7/2021
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No Profissão Repórter desta terça-feira (20), o repórter Caco Barcellos e sua equipe acompanham vítimas de violência contra a mulher que procuraram as autoridades para denunciar seus companheiros. Durante o isolamento social imposto pela pandemia da covid-19, o Brasil viu crescer os números de casos de violência contra a mulher.

Em São Paulo, o repórter Guilherme Belarmino conhece o projeto “Tempo de Despertar” do Ministério Público, que trabalha para reduzir a reincidência nesse tipo de crime. A iniciativa reúne, em grupos reflexivos e palestras, homes que respondem por agressão para questionar seus padrões violentos e seu machismo.

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Segundo uma das promotoras responsáveis, os índices de reincidência do crime de violência doméstica diminuem de 65% para 2% quando os homens aceitam participar deste tipo de ação.

Já a repórter Augusta Lunardi acompanha o trabalho da ONG MulheReviva – Bem Querer, na Zona Leste de São Paulo, que há 12 anos atende vítimas de violência contra a mulher. Além de assessoria jurídica, social e psicológica, as vítimas passam por sessões de acupuntura e terapia holística.

O objetivo é fortalecê-las para que possam romper o ciclo de violência física, psicológica, patrimonial ou sexual. Até o começo de 2020, a ONG atendia cerca de 150 vítimas por mês, mas a média aumentou para 500 casos mensais com a chegada da pandemia.

O Profissão Repórter vai ao ar nesta terça-feira (20), logo após o No Limite.

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