Profissão Repórter mostra o que motiva os brasileiros a correr

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Correr é um dos esportes mais democráticos do mundo. Além de ajudar na perda de peso, que é o desejo de muitos, a prática contribui para o melhor funcionamento cardíaco, densidade óssea e até humor. No Profissão Repórter desta quarta-feira, dia 13, pessoas apaixonadas pela corrida mostram por que escolheram a atividade e como correr colabora com o seu dia a dia.

Foi percorrendo praças e parques da capital paulista que a repórter Nathalia Tavolieri conheceu Maria Luiza. A motorista de vans escolares chega a ficar dez horas por dia em frente ao volante, de onde tira o seu sustento. Luiza admite que, quando começou a correr, o principal objetivo era emagrecer. Um ano depois, ela descobriu no esporte uma maneira de driblar o estresse do trabalho.

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Nathalia Tavolieri acompanha também um dia de treino do grupo “Divas que correm”, uma comunidade que existe há cinco anos e tem mais de 100 mil seguidoras na internet. A criadora é a jornalista Giselli Souza, que viu na corrida uma válvula de escape para ajudar a mãe, que sofria com um câncer terminal. “O que eu descobri correndo tinha que ser compartilhado com outras mulheres que também tivessem vivendo alguma dificuldade”, conta Giselli.

Além disso, durante dois meses, a equipe do ‘Profissão Repórter’ vivenciou a rotina de treinamento de Julio e Gabriela Latini, pai e filha que enfrentam a mais difícil ultramaratona do Brasil: a BR-135. São 217 quilômetros pelas montanhas da Serra da Mantiqueira, entre São Paulo e Minas Gerais. “Todas as subidas e descidas do percurso acumuladas equivalem a um monte Everest”, explica o organizador da prova, Mario Lacerda. Gabi é reconhecida como a mais jovem ultramaratonista do Brasil. Aos seis anos de idade, começou a correr ao lado do pai. A repórter Danielle Zampollo mostra as estratégias e dificuldades das quarenta e oito horas de prova.

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Já a repórter Sara Pavani viajou a Baturité, na região serrana do Ceará, para conhecer o comerciante que ficou conhecido como o “maratonista de chinelos”. Edilson Saraiva já disputou mais de 200 maratonas de chinelos, deixando o par de tênis apenas para o trabalho. “As corridas são pagas com o dinheiro que ele ganha no comércio, e o Edilson realmente gosta do desafio de correr de chinelo”, conta a repórter. “Ele é uma pessoa muito simples, um cara sonhador. Não é uma pessoa que vive a corrida profissionalmente, mas é um hobby levado muito a sério”, comenta a Sara.

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