Profissão Repórter mostra a luta diária de mulheres que querem se tornar jogadoras de futebol

Publicado há 9 meses
Por Muka de Oliveira
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Nesta
quarta-feira (23), o Profissão Repórter, da TV Globo, mostra o sucesso dentro e
fora dos campos; a Copa do Mundo de futebol feminino levou para milhares de pessoas,
além do show de bola, aborda a batalha diária de mulheres que sonham trabalhar
com o que amam e se tornar jogadoras profissionais. O jornalístico será exibido
logo após o Futebol 2019.

Dificuldades no Brasil

No
Brasil, no entanto, a realidade é que a luta para sair do amadorismo continua.
Durante quatro meses, os repórteres do Profissão
Repórter
, Sara Pavan e Erik Von Poser, conviveram com meninas do interior
da Bahia que têm um objetivo em comum: jogar futebol profissionalmente.

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Os
jornalistas acompanharam uma viagem de ônibus de 27 horas de duração até São
Paulo, onde as adolescentes, que têm entre 15 e 17 anos, entraram para o time
Estrela de Guarulhos. Já na chegada ao clube, as promessas começam a se
desfazer e a realidade se mostra muito diferente do que havia sido prometido. “O que mais me impressionou foi a força de
vontade das jogadoras e das mulheres nas famílias, eram muitas com o sonho nos
olhos, ainda super jovens. Foi uma pauta de feminismo, antes de ser sobre
futebol”,
afirma a repórter Sara Pavan.

Falta de oportunidades

Único
time feminino da primeira divisão do Distrito Federal, o Minas Brasília Tennis
Clube oferece às atletas uma bolsa de estudos. Mas para sobreviver, as meninas
precisam trabalhar. Os repórteres Júlio Molica e Mariane Rodrigues cumpriram
uma jornada tripla ao lado da atacante Thaianny de Souza, que trabalha de
manhã, treina à tarde e faz faculdade à noite.

O
repórter Caco Barcellos acompanhou as finais do Campeonato Brasileiro de
futebol feminino entre Corinthians e Ferroviária, um dos primeiros times a
investir no esporte no país. O jornalista assistiu aos dois jogos ao lado de
uma torcida de amigos e compartilha a história da goleira Aline, que brilhou na
competição. Além dos cantos e da festa da torcida, Caco acompanhou a força
que os familiares dão para ajudar no sonho das jovens jogadoras.

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