Profissão Repórter mostra a espera de pessoas trans por tratamentos médicos na rede pública

Atração desvenda como a pandemia afetou o acesso aos procedimentos de transição

Publicado em 13/8/2021
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Desde o início da pandemia, o acesso de pessoas trans aos procedimentos médicos de transição de gênero foi impactado. O Profissão Repórter desta terça-feira (17), mostra histórias de pessoas que, sem a possibilidade de realizar cirurgias em hospitais credenciados, arriscam a vidas em clínicas clandestinas.

O repórter Pedro Borges, por exemplo, acompanha a saga de Beatriz Moraes, que visitou o Centro de Referência e Treinamento para pessoas trans, em São Paulo, na busca por um implante de silicone pelo SUS, mas recebeu a notícia de que nenhum hospital cadastrado estava realizando o procedimento.

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Para Beatriz, a vontade de fazer a cirurgia passa diretamente pelo sentimento de reafirmar a sua identidade de gênero e, consequentemente, ter uma vida melhor.

Já Valentina Saluz, mulher trans brasileira, reside na França, mas escolheu uma clínica particular em São Paulo para fazer as cirurgias de feminização facial e o implante de próteses mamarias. A decisão se deu pela qualidade dos médicos locais e para estar mais próxima da família e dos amigos.

A repórter cinematográfica Mariane Rodrigues acompanhou todo o processo durante quatro meses, desde a chegada de Valentina a São Paulo, até a realização da cirurgia, a dolorosa recuperação e o resultado final.

O Profissão Repórter vai ao ar nesta terça-feira, dia 17, logo após Ilha de Ferro.

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