Profissão Repórter discute o papel dos pais na criação dos filhos

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Ao observar o cotidiano de Londres, Nathália Fernandes, que foi integrante da equipe de repórteres do Profissão Repórter no início do programa, viu uma realidade familiar diferente da encontrada no Brasil: o caso de pais que abriram mão de oportunidades profissionais para passar mais tempo com os filhos, enquanto as mães trabalham o dia todo. São os “stay at home dads”, pais que ficam em casa. A partir da opção estas famílias, a atração discute, nesta quarta-feira, dia 19, o papel dos pais na criação dos filhos.

Por aqui, apesar de sancionada em março deste ano, a licença-paternidade ainda é pouco adotada pelas empresas. Na realidade, muitos pais têm de conciliar o nascimento do filho com o trabalho. A repórter Eliane Scardovelli conversa com cerca de 30 pais em uma maternidade de Guarulhos (SP) e a maioria deles não ia ter nenhum dia de licença. Assim é o caso de Gilberto, que no mesmo dia em que a filha nasceu, já teve de voltar ao trabalho. Já Sidney teve mais sorte e garantiu os 20 dias de licença na empresa onde trabalha. “Mostramos a diferença da presença do pai nesse comecinho da vida do bebê, com o pai dividindo as tarefas, acompanhando o filho em uma consulta ao pediatra”, explica Eliane. Ela ainda passa uma noite em cada casa para mostrar a diferença entre as duas realidades.

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Uma situação ainda mais complicada é a vivida por 5 milhões de crianças brasileiras que não têm o nome do pai em seus registros. No Rio Grande do Sul, o repórter Manoel Soares acompanha a batalha de Jessica, uma jovem de 21 anos que foi buscar ajuda da defensoria pública para que o filho não faça mais parte dessa estatística.

O Profissão Repórter vai ao ar às quartas-feiras, depois do futebol.

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