Profissão Repórter acompanha a busca de famílias por pessoas desaparecidas

Publicado há 3 anos
Por Endrigo Annyston
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Cerca de 200 mil pessoas desaparecem todos os anos no Brasil e 15% delas nunca são encontradas. Os números refletem a angústia e a esperança de famílias que passam dias e até anos à procura de entes queridos. O ‘Profissão Repórter’ desta quarta-feira, dia 27, acompanha o drama de quem enfrenta essa busca e traça o perfil de alguns dos procurados.

A repórter Danielle Zampollo mostra a trajetória dos filhos e da esposa de Yosikasu Nishino, de 78 anos, que desapareceu há cerca de um mês na cidade paulista de Suzano. Segundo a família, Yosikasu sofre do mal de Alzheimer e não voltou após sair para comprar ração para os gatos. “A família distribuiu cartazes, fez camiseta para divulgar a imagem e até instalou caixas de som no carro para anunciar o desaparecimento desse pai”, explica Danielle. “É uma história bem angustiante, porque não tem dica ou pista. E justo nesse ano, quando o casal completaria 50 anos de casamento”.

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Darko Hunter é um investigador social que já localizou mais de 3 mil pessoas. “Ele criou um banco de dados para cruzar informações e achar desaparecidos”, conta a repórter Mayara Teixeira, que registrou um reencontro promovido pelo detetive. “Acompanhei o caso de um menino com uma doença psiquiátrica, que fugiu de casa. A família buscou por 25 anos e ele foi encontrado pelo Darko”.

O programa também mostra a luta de José Rodrigues, que saiu do interior do Maranhão para procurar o filho. A repórter Nathalia Tavolieri conta a história dessa incrível jornada: José já passou por 13 estados levando, presa ao pescoço, uma placa com a foto de Cleílson.

O ‘Profissão Repórter’ vai ao ar às quartas-feiras, depois do futebol.

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