Participante do MasterChef Júnior acusa professora de injuria racial

Publicado há 2 anos
Por Redação
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A jovem Aisha Carolina dos Santos está processando uma professora da Escola Estadual Chico Mendes, na zona leste da capital paulista. Ela é ex-participante do programa MasterChef Júnior, exibido na Band em 2015, em que ela foi um dos maiores destaques da atração apesar de ter sido eliminada após avaliação feita também pelo chef Alex Atalla.

O processo é por injúria racial, que é quando o alvo é um único indivíduo, enquanto que no racismo o alvo é uma coletividade. A jovem Aisha Carolina dos Santos está processando uma professora da Escola Estadual Chico Mendes, na zona leste da capital paulista. Ela é ex-participante do programa MasterChef Júnior, exibido na Band em 2015, em que ela foi um dos maiores destaques da atração apesar de ter sido eliminada após avaliação feita também pelo chef Alex Atalla.

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O processo é por injúria racial, que é diferente de racismo apesar de serem crimes parecidos. Atualmente com 13 anos, a jovem relatou que o caso ocorreu em outubro de 2018, mas o processo continua em andamento na Justiça. De acordo com o site Catraca Livre, Aisha relatou que ela e duas colegas foram buscar bolas para dar início às aulas de Educação Física, quando as colegas a prenderam numa sala.

Assim que conseguiu se soltar do cômodo, a professora virou para Aisha e disse que uma pessoa da cor dela e com o nome que ela tem não podia fazer bagunça. A ex-participante do MasterChef Júnior também relatou que a diretoria da escola fez pouco caso da situação, o que fez a garota mudar de colégio. O caso está sendo investigado em inquérito policial.

Escola espera andamento do processo para tomar alguma atitude

A professora acusada segue trabalhando normalmente se defendeu dizendo que estava irritada com o barulho no local da aula e disse que tentou passar uma mensagem de empoderamento para a garota, além de completar dizendo que “adora negros”. A Diretoria Regional de Educação também abriu um processo interno para apurar a denúncia. A escola alega que está esperando a apuração do caso para tomar as providências cabíveis.

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