Parceiro de Fátima e sósia de Bonner: relembre carreira de Lair Rennó, demitido da Globo

Publicado há 9 meses
Por Gabriel Vaquer
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Nesta quarta-feira (11), a Globo confirmou que Lair Rennó, parceiro de Fátima Bernardes no Encontro desde seu início, em julho de 2012, deixou a emissora carioca após 20 anos de trabalho. Muita gente se surpreendeu com a informação de que ele tinha tanto tempo de casa, com toda a certeza. Mas Rennó se destacou em várias áreas.

Lair Remusat Rennó Neto tem 44 anos e é mineiro de Belo Horizonte. Ele se formou em jornalismo e gestão empresarial pela PUC de Minas Gerais. No jornalismo, ele atuava desde 1997, quando se formou. Assim que pegou seu “canudo”, foi para Varginha (MG) e assumiu o Jornal da EPTV, da afiliada da Globo na região.

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Em 1998 ele foi para a Rede Minas, canal público de Minas Gerais. Por lá, ganhou um apelido curioso: quando apresentava os jornais da emissora pública, seu estilo se assemelhava ao de William Bonner, âncora do Jornal Nacional. Com isso, virou o “sósia do William Bonner”.

Em 1999, começa a sua trajetória na Globo. Contratado pela Globo Minas, ele se torna repórter dos jornalísticos da emissora, inicialmente. Depois, ele assumiu o MG TV – 1ª Edição, principal telejornal da hora do almoço da Globo no estado. Sua popularidade cresceu bastante e chamou a atenção da emissora.

Em 2005, foi convidado para se mudar para o Rio de Janeiro e entrar na equipe da Globo News. Por lá, apresentava jornais como o Em Cima da Hora, normalmente no período da tarde. “Foi uma época de sofrimento e descoberta. No início, deixei minha família – minhas filhas pequenas – em Minas Gerais, em busca de um sonho. Fiquei três anos lá”, relembrou ele em recente entrevista para o GShow.

Jornal da parabólica fez Lair Rennó entrar no Encontro

Lair Rennó no Encontro (Reprodução/TV Globo)

Em 2008, Lair Rennó passou a apresentar o Brasil TV. Só para ilustrar, este é um jornal da Globo exibido nas antenas parabólicas no horário das 19 horas. Foi nesse momento que ele conheceu Fátima Bernardes, que na época era apresentadora e editora-executiva do Jornal Nacional.

“Eu fazia caracterização com o mesmo profissional que atendia a Fátima. Passei a ter uma relação com ela só de camarim, de sala de maquiagem. Contava minhas histórias de vida, de carreira, e ela ria muito. Quando ela surgiu com a ideia de fazer o programa, ela me chamou para fazer parte do Encontro. Estive na equipe que fez a concepção do programa. Fui o quinto ou o sexto a chegar, logo no início”, relembrou ele ao GShow.

Ademais, em 2012, o convite para entrar no Encontro deu certo. Com efeito, ele passou a ser uma espécie de coapresentador do programa, sem dúvida. Em princípio, Lair tinha participação não muito grande. Por outro lado, nos bastidores, ele conversava bastante com a platéia e preparava o público para receber a jornalista.

Recentemente, ele criou uma peça chamada Olá, Lair!, onde contava causos engraçados de sua vida. Em 2020, ele promete voltar depois do Carnaval, a saber. De maneira que sua saída da Globo marcou quem gosta do Encontro e quem considera Lair um sujeito bastante simpático.

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