Oscar Magrini recorda trabalho em O Rei do Gado e Torre de Babel: “Um ‘boom’ na minha carreira”

Publicado há um ano
Por Greicehelen Santana
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Oscar Magrini é o
convidado do programa The Noite com Danilo Gentili desta
terça-feira (06), no SBT. Em cartaz com a peça “Gatão de Meia Idade”,
ele fala sobre o espetáculo, comenta fama de garanhão e carreira.

É uma comédia romântica.
Dos quadrinhos direto para os palcos do teatro
”, afirma Magrini sobre o
novo projeto nos teatros. Ele explica que o ator ventríloquo Yakko Sideratos
controla o boneco que interpreta sua consciência, interagindo com ele durante o
show.

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Oscar também conta como começou
no mundo artístico e recorda: “comecei como modelo. Filme publicitário.
Comecei com uma idade em que não era teen, tinha uns 26 anos de idade
”.

Sobre se manter em forma, fala: “há 28 anos tenho 89, 90 ou 91 (kg) de peso. Mantenho com exercício e alimentação. Fazia muita ginástica, hoje só faço manutenção”. E completa: “não me privo de nada. Cerveja eu perco, tem mulher que bebe mais que eu. Mas vinho eu bebo bem.”

Carreira

O ator diz ainda que chegou a ter
uma academia e uma locadora antes de se tornar modelo. No bate-papo com o
apresentador Gentili, ele conta que o desejo de ser artista vinha desde
pequeno. “Moro em Santos, tinha 11 anos e estava passando a primeira versão
de Mulheres de Areia. Enchia o saco da minha mãe para ir ver as gravações
em Itanhaém… 20 anos depois eu fiz Mulheres de Areia segunda versão
”.

Oscar Magrini ainda revela outro
momento curioso da carreira, quando foi figurante na primeira versão de Éramos
Seis
: “estava no colegial, tinha uns 16 anos. Fiz figuração andando no
bonde e a Tupi não pagou, acho que já estava quebrando
”.

Magrini também fala sobre papéis
marcantes, como o Ralf de O Rei do Gado e Johnny ‘Percebe’ em Torre
de Babel
. “O personagem é mais forte que o ator… Esses dois eu
guardo com muito carinho porque foi um ‘boom’ na minha carreira. Fiquei marcado
como um cara que pega a mulherada
”, conclui.

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