O Sétimo Guardião: Feliciano diz que não possui tesouro enterrado

Publicado há 2 anos
Por Renan Vieira
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Em O Sétimo Guardião, na Globo, Feliciano (Leopoldo Pacheco) garantirá, nos próximos capítulos, que não está escondendo nenhum tesouro. Há uma história em Serro Azul de que ele, que é um morador de rua, teria uma fortuna enterrada. Em conversa com Bebeto (Eduardo Speroni) e padre Ramiro (Ailton Graça), ele, supostamente, esclarecerá a história.

“Pronto, seu Feliciano, tá aqui seu hambúrguer. O pai disse que é cortesia da casa”, falará Bebeto, entregando a comida. “Ele não ia pagar mesmo…”, comentará padre Ramiro. “Não ia… Porque sou morador de rua e não tenho nem um tostão furado. Além disso sou índio. E este país me deve uma fortuna por causa do extermínio do meu povo”, reclamará o morado de rua.

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“’Esse país’, não! O Brasil nem existia naquela época… Se alguém deve alguma coisa ao teu povo é Portugal e a Espanha”, rebaterá o religioso. “E aquela história de que o Feliciano tem uma fortuna enterrada?”, perguntará Bebeto. “É como você disse, Nicolau: só uma história”, garantirá Feliciano. “É, mas toda história tem um fundo de verdade”, falará João Inácio.

Ainda nesta cena de O Sétimo Guardião

“Vocês vieram aqui pra conversar ou pra comer?”, perguntará Feliciano, mudando de assunto. “E tua mãe, cadê? Foi resolver um problema no curso de Diana… Já devia ter voltado”, questionará Nicolau. “Deve tá com dificuldade pra voltar”, responderá Bebeto. “É. Foi de carona com Tobias… Agora tem que esperar o transporte escolar, que só sai de Greenville no fim da tarde”, concluirá Bebeto.

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