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Entenda

O que é Book Rosa? Prática polêmica é abordada em Verdades Secretas

O termo se popularizou na primeira exibição da novela de Walcyr Carrasco

Publicado em 24/08/2021
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Verdades Secretas, de 2015, começa a ser reprisada na Globo nesta terça-feira (24). Aclamada pela crítica e vencedora do Emmy Internacional de Melhor Novela, conta com um enredo envolvente e repleto de polêmicas. Uma delas é o Book Rosa, termo cunhado há anos, mas que foi popularizado com a exibição da trama escrita por Walcyr Carrasco.

Mas afinal, o que é Book Rosa?

Logo nos primeiros capítulos de Verdades Secretas o público vai se deparar com cenas um tanto quanto controversas e, ao mesmo tempo, picantes. São sequências que vão envolver Fanny, a dona da agência de modelos interpretada por Marieta Severo, oferecendo um catálogo a empresários milionários. Um deles será Alexandre, papel de Rodrigo Lombardi, que se apaixonará por Arlete, vivida por Camila Queiroz.

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Esse catálogo é o tal Book Rosa. Ele é composto por modelos que são oferecidas para atuarem como acompanhantes de luxo e até mesmo para prostituição. O termo, apesar de ‘leve’, remete a uma prática polêmica e obscura, mas que existe há anos nos bastidores do mundo da moda de forma velada.

O Book Rosa é acoplado dentro das agências de modelos espalhadas pelo país – e pelo mundo – como um esquema de corrupção. Os donos desses estabelecimentos que concordam em liderar esse tipo de prática acabam se tornando cafetões, como é o caso de Fanny, evidenciado na novela de Walcyr Carrasco.

“É como se fosse um programa, na verdade. Só que tem a agência”, explica uma modelo de 22 anos ao Fantástico, à época em que Verdades Secretas foi exibida pela primeira vez. “Explicaram que eu iria ganhar muito dinheiro, que tava fraco de trabalho na época e que eu ia conseguir pagar as contas que eu tava precisando pagar”, conta a jovem.

A modelo diz que aceitou fazer programas por necessidade, revelando que normalmente recebia, em média, 800 reais por noite, enquanto um evento tradicional pagava 100.

De acordo com o Sindicato das Modelos, entrevistado pelo programa da Globo, as agências que fazem Book Rosa com suas profissionais são as de pequeno porte. Segundo a entidade, esse tipo de estabelecimento não costuma pagar muito por cachê, fazendo com que as modelos aceitem formas alternativas de ganhar dinheiro. A prostituição é uma delas.

“Quando elas recebem esses convites, bate com a situação difícil que ela está passando, ela acaba aceitando um. E acaba aceitando dois. E acaba ficando nesse sistema. São mais as agências menores. Porque nas agências de médio e grande porte não há necessidade de ganhar dinheiro com a menina com esse trabalho, totalmente proibido”, destaca Jorge Rodrigues, diretor do Sindicato das Modelos de São Paulo.

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