O Outro Lado do Paraíso: Samuel demite Renato do hospital

Publicado há 3 anos
Por Renan Vieira
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A tentativa de Renato (Rafael Cardoso) de destruir Clara (Bianca Bin) não será assim tão fácil, em O Outro Lado do Paraíso, da Globo. O vilão encontrará algumas resistências no caminho. Entre elas, o plano de trabalhar no hospital não será mais possível porque Samuel (Eriberto Leão) o demitirá por justa causa.

“Tudo certo, doutor Samuel? Doutor Aguiar?”, dirá Renato, no começo da cena. “Tudo incerto”, responderá Samuel. “Não entendi”. “Chamei o doutor Aguiar. Ele era o responsável pelo caso da Elizabeth. Mãe da Clara, cujo nome me dá arrepios e pavor”, começará a explicar Renato.

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“Me lembro quando sua mulher gritou no corredor, que tinha um marido gay. Instigada pela Clara”, dirá Renato mudando de assunto. “Esqueça esse momento tenebroso. Vamos falar do caso da Elizabeth. Como diretor do hospital, estou surpreso por ela ter tido alta no pós-operatório”, rebaterá Renato.

“Eu jamais daria alta nesse caso. O doutor Renato, usando a autoridade de subdiretor, assinou a alta”, revelará Aguiar. “Posso saber o motivo?”, indagará Samuel. “A Clara me pediu, insistiu. Nós não costumamos manter pacientes aqui muito tempo. É praxe do hospital”, responderá Renato.

“A paciente corria risco de vida! Ou estou errado? Espero que tenha feito uma boa avaliação da Elizabeth”, pontuará Samuel. “Nem fui olhar”, dirá Renato. “O quê?”, perguntará Samuel. “Eu quero que a Clara se dane. E a mãe dela também”, falará Renato.

“Eu quero que você se dane, doutor Renato. Seu trabalho anda péssimo de uns tempos para cá, tira licenças, falta. Eu estava disposto a esperar essa fase passar. Mas não. Agora dá alta para uma paciente em risco. Está demitido”, decretará Samuel.

“Não aceito a demissão. Sou subdiretor do hospital”. “E eu sou diretor. Demito quem eu quero”. “Tá me demitindo porque é gay. “Repita o que disse”. “Tá demitindo porque é gay. Eu sei que sou gostoso. E não cedi às tuas cantadas”.

“Eu nunca cantaria um verme como você. Está se aproveitando do fato de eu ser gay para me acusar. É o que homens do seu tipo fazem, quando acuados. Em vez de enfrentar a situação, em vez de aceitarem o erro, inventam uma história que nunca existiu”, rebaterá Samuel.

“Vai dizer que não me pegava se eu desse mole?”, insistirá Renato. “Se tivesse uma boa explicação para a alta da mãe da Clara, não perderia o emprego. O doutor Aguiar aqui presente é testemunha de que sua demissão não é fruto de uma cantada mal dada. Faça o favor. Saia da minha sala. Saia deste hospital. Rua”, expulsará. “Tava farto daqui”, falará Renato antes de sair.

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