O Outro Lado do Paraíso: Duda assume crime, vai presa e quase é linchada

Publicado há 3 anos
Por Nucia Ferreira
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Assumir um crime que não cometeu vai custar caro para Duda (Glória Pires). Depois de se declarar responsável pela morte de Laerte (Raphael Vianna), ela queima todos os documentos. “Minha Nossa Senhora. Por que cê fez isso? Que o Laerte aprontou dessa vez?”, pergunta Leandra (Mayana Neiva). “Matei. Chama a polícia”, afirma a costureira. “A gente esconde o corpo. Enterra no quintal”, sugere Caetana (Laura Cardoso). Zildete (Narjara Tureta) sugere que ela fuja e Leandra apoia. “Pode ser que dê certo. Eu tenho algum dinheiro guardado. Dou na tua mão, Duda”, diz a moça. Mas Duda fica irredutível. “Agradeço, Leandra. Seu apoio me faz bem. Mostra que é uma amiga de verdade. A senhora também, dona Caetana. Imagina, enterrar o corpo? Não, não”.

As meninas do bordel vão chamar o delegado, que se assusta com a situação. Caetana pede pra acender velas para encaminhar a alma do morto, mas é impedida. “Não pode. O local do crime não dever ser tocado, mais do que já foi. A senhora vem comigo”, diz à Duda. Na delegacia, a costureira não quer dizer o nome e diz que não tem documentos. Enquanto isso, Clara conta toda a história para Renato (Rafael Cardoso) e Patrick (Thiago Fragoso). “A Duda entrou no quarto. Acreditou que eu tinha matado o homem e me obrigou a ir embora, disse que daria um jeito em tudo. Eu queria ficar, mas ela me empurrou para fora. Patrick, eu passei anos em um hospício, não quero passar mais anos em uma prisão”, diz a mocinha. “Você garante que nada teve a ver com o crime?”, quer saber o advogado. “A tesoura já estava no corpo quando cheguei”, diz Clara. “Por algum motivo, essa mulher quer protegê-la”, conclui Patrick.

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O advogado, então, promete que vai esclarecer a história e vai para Pedra Santa acompanhado de Renato. Na delegacia, ele conversa com Duda, que insiste em dizer que não tem defesa pra ela. “Ouça. Eu trouxe um documento, onde me instituí como seu advogado. Sei que a situação não é muito formal, mas assine?”, pede. Duda lembra que logo vão descobrir que o nome que usava é falso e diz: “Verá que meu nome não importa mais”. Enquanto isso, a situação na porta da delegacia se torna insustentável com gritos de “assassina”.

Patrick diz para o delegado que a dona do bordel precisa ser transferida para Palmas. A gritaria aumenta. “Mata! Dá cabo da assassina!” e o delegado teme que a porta não resista aos ataques. “É sua obrigação conduzir a prisioneira, em nome da lei. Agora, antes que essa delegacia seja invadida. Se não proteger essa mulher, eu mesmo o processarei por negligência”, diz Patrick. Vinícius (Flávio Tolezzani), que chegou na cidade para dar reforço ao caso, concorda com o advogado e ajuda a levar Duda para a capital do Tocantins.

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