O Outro Lado do Paraíso: Após receber propina de Sophia, Nádia perde o dinheiro numa ventania

Publicado há 3 anos
Por Nucia Ferreira
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Depois de ajudar Sophia (Marieta Severo) a ficar com a guarda de Tomaz (Vitor Figueiredo), Gustavo (Luís Melo) vai ganhar um bom dinheiro como “presente” de agradecimento da vilã. Quem vai buscar a propina, como sempre, é Nádia (Eliane Giardini). Mas dessa vez o juiz vai ficar a ver navios, já que o dinheiro vai voar da roupa da esposa no meio da rua.

Nádia vai até a casa da vilã e assim que recebe uma quantia generosa esconde as notas dentro da roupa, como já é de costume. Até Tomaz vai se espantar quando encontrar com a mulher na casa. “A senhora tá…”, começa a dizer. “Maravilhosa”, completa Nádia. “Hello! A Nádia está melhor do que nunca. Por que essa pergunta, Tomaz?”, repreende Sophia. “Parece um pneu de tão cheio. Vai explodir”, diverte-se o menino. “Que gracinha, seu neto. Me ajuda a descer, Sophia”, disfarça a mulher do juiz.

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Quando chega em casa, Nádia desce do carro enfrenta uma ventania. “Ai, que vento”, reclama a mulher, que começa a apertar os seios e mexe a saia para tentar segurar o dinheiro. Mas o vento é mais forte e começam a voar notas de dentro da roupa dela. “Socorro, socorro”, grita a mulher desesperada. Ela continua tentando agarrar as notas e quanto mais ela pula, mais as cédulas voam. Diego (Arthur Aguiar) e Gustavo vão sair da casa assustados querendo saber o que está acontecendo. “Bebê, Bebê”, grita o juiz. “Mãe, que dinheiro é esse?”, se espanta o geólogo. Bruno (Caio Paduan) vai chegando com o carro é presencia a confusão. “Socorro, socorro, me ajudem. O dinheiro está voando! Voando!”, cintua. Nádia. Todos começam a correr atrás das notas, que voam.

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Diego e Bruno vão conseguir pegar umas poucas notas. “Achei estas aqui espetadas na roseira do vizinho”, diz o geólogo. “Fique com essa miséria”, diz Nádia irritada. “Foi uma chuva de dinheiro. Que absurdo, Bebê”, reclama Gustavo. “Agora sou culpada de alguma coisa?”, resmunga a mulher. “Eu gostaria realmente de saber do que é culpada. Onde arrumou tanto dinheiro pra enfiar dentro da roupa?”, interroga Bruno.

“Ah, é que…tem muito assalto na cidade, meu filho”, disfarça Nádia. “Sei perfeitamente disso. Sou delegado”, diz o rapaz. “Eu passei no banco e peguei dinheiro para comprar produtos para o salão”, mente a mulher. “Não aceitam transferência bancária, cheque, cartão?”, continua Bruno. “Quando pago à vista e em cash dão desconto”, explica. “Mãe, era muito dinheiro”, diz o delegado. “Não era tanto, é que peguei muitas notas miúdas”, disfarça a dona do salão. “Miúdas, Bruno, miúdas”, divaga o juiz. “Aquelas que o Diego pegou não são miúdas. Estas aqui que eu peguei também não”, esbraveja Bruno, que não vai engolir as desculpas esfarrapadas dos pais. “Ainda me deve uma explicação, mãe. Eu não vou insistir no assunto. Agora”, afirma o delegado.

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