“O dançarino como um todo sofre preconceito”, relata Eduardo Speroni, ator que vive um dançarino em O Sétimo Guardião

Publicado há 2 anos
Por João Paulo Reis
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Muito mistério e leveza. Foi o que prometeu Eduardo Speroni sobre O Sétimo Guardião em conversa com o Observatório da Televisão. Na trama, o ator que está em sua primeira novela, vive Bebeto, um jovem que tem o sonho de tornar-se bailarino profissional. Ele, porém, encontra um obstáculo na própria família.

Seu pai, vivido por Marcelo Serrado não aceita seu sonho, desejando que ele trabalhe para ser um craque de futebol. “A minha pesquisa e do Marcelo Serrado, se baseou em exemplos de pais que temos na sociedade. Pais que reprimem o sonho do filho por acharem que aquilo vai ter relação com a orientação sexual do filho. E ainda, que não reconhecem aquilo como profissão”, contou o jovem.

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Speroni explica que o preconceito com a questão que foi até abordada em séries como Glee, realmente existe: “Fiz uma preparação com a cia urbana de dança e pude observar que o street dance não sofre tanto preconceito. Mas o dançarino como um todo sofre preconceito sobretudo quando se usa a palavra ‘bailarino’”.

O ator acredita que o personagem receberá muito amor por parte do público. E ressalta esperar que a história de Bebeto seja uma força motriz para aproximar relações entre pais e filhos Brasil afora. “Nosso núcleo fez muitas leituras e passou por um trabalho de corpo, que cria uma intimidade. Eu não conhecia o Marcelo [Serrado], e temos que fazer pai e filho. Trabalhamos a potência do amor e do embate, batemos muito texto e tentamos manter uma proximidade e companheirismo”, relatou Eduardo sobre sua preparação.

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