No Globo Repórter, Marcio Gomes cruza o Japão de trem

Publicado há 3 anos
Por João Paulo Reis
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Para celebrar os 110 anos da imigração japonesa no Brasil, o Globo Repórter revela, nas duas próximas sextas-feiras, dias 18 e 25, curiosidades sobre o país territorialmente pequeno – menor que o estado de Minas Gerais – mas enorme em história e em tradição. O correspondente Márcio Gomes corta o Japão de sul a norte, do jeito mais japonês possível: de trem. “É quase um agradecimento que faço a esse país organizado, terra de povo gentil, que foi nossa casa nos últimos cinco anos. Um lugar que tem problemas como qualquer outro, mas que se esforça para solucioná-los por vontade de viver melhor. Essa é a lição que levamos daqui: devemos nos esforçar para fazer o melhor sempre”, conta Márcio Gomes, prestes a voltar para o Brasil depois de cinco anos como correspondente na Ásia.

A equipe do Globo Repórter percorre mais de dois mil quilômetros a bordo de diversos tipos de trens, da maria fumaça ao trem-bala. Aos pés do Monte Fuji, encontra a mais fantástica reserva selvagem do mundo, onde cerca de 900 animais de 70 espécies diferentes convivem: leões, tigres, ursos, camelos, elefantes, rinocerontes, zebras, guepardos e cangurus.

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O Japão também é conhecido como a terra da cura e Márcio Gomes experimenta muitas delas. Rica em minerais, a lama de um lago ameniza os sintomas de reumatismo, coceiras e doenças de pele em geral. A água de Beppu combate as dores pelo corpo e os efeitos do reumatismo. O repórter experimenta uma água termal que faz bem para o estômago, para o intestino e combate a prisão de ventre.

Mais de 70 anos depois de ser destruída por uma bomba atômica, Hiroshima foi totalmente reerguida. Entre mais de um milhão de habitantes, Márcio Gomes conhece Satoko Sasaguchi. Aos 86 anos, ela lembra com detalhes do momento em que a bomba estourou, em 1945, quando ela era uma menina de apenas 14 anos. Ainda no primeiro programa, Marcio Gomes visita o Parque Nacional Fuji-Hakone-Izu, onde estão as montanhas-russas mais radicais: uma com a queda livre mais íngreme e outra com a mais rápida aceleração do mundo.

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