No Fantástico, Anitta comemora o ano de sucesso: “Ninguém me ajudou, não houve investimento, apenas eu metendo a cara sozinha”

Publicado em 15/12/2017

2017 foi o ano de Anitta. Recebeu prêmios, emplacou sucessos e multiplicou o número de seguidores nas redes sociais. No Fantástico deste domingo, dia 17, a cantora faz um balanço dos últimos meses, revela os planos para conquistar de vez o mercado internacional e, claro, canta alguns de seus hits. “Foi um ano de crescimento, uma explosão, muita coisa aconteceu, muita novidade, fiquei bem feliz. Estou vivendo lá fora exatamente o que vivi no início da minha carreira no Brasil. Tenho que lidar com as mesmas situações: as barreiras, as pessoas, as músicas, as dificuldades… Tudo parecido”, conta Anitta.

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A cantora lembra que foi muito criticada quando decidiu manter a palavra “paradinha” em português no refrão das versões em inglês e em espanhol. Ouviu muita gente dizer: “Ninguém vai escutar, essa produção não combina com o mercado latino, é muito brasileira”. Mas Anitta defendia que não queria apenas um hit, mas construir uma carreira sólida. “Ninguém me ajudou, não houve investimento, apenas eu metendo a cara sozinha. Agora, é muito louco ouvir Paradinha tocar no aeroporto de Nova York. Uma música que todo mundo achou que não ia dar certo abriu as portas do mercado internacional para mim”, conta. Anitta ainda tira onda mandando recados para os fãs em inglês e em espanhol.

No segundo episódio de Esse Hotel é uma Viagem, da BBC, que percorre alguns dos hotéis mais inusitados do mundo, o ‘Fantástico’ desembarca em Cingapura para conhecer o Marina Bay Sands. A construção é uma pequena cidade: tem 60 restaurantes, lojas, teatros, museu, cassino, e cerca de 9.500 funcionários para manter tudo funcionando perfeitamente. Os preços das diárias variam de R$ 1 mil, no quarto mais simples, a R$ 25 mil, na suíte presidencial, com três quartos, sauna, academia e até uma sala de karaokê.

Já a série Essa dor que não passa, com o doutor Dráuzio Varella, chega ao fim apresentando opções de tratamento indicadas para vários casos. A dor na lombar do engenheiro Adalberto de Camargo Filho é tão forte que ele tem a sensação de ter uma faca enfiada na região. A manicure Daniela Pereira trabalha sentindo dor todos os dias. Já a motorista Anna Luiza Toddai carrega remédios e sprays analgésicos e, quando nada resolve, recorre ao hospital para tomar injeções. O técnico de manutenção José Roberto da Costa também aprendeu a conviver com a dor, que o tirou da profissão de garçom que exercia há 35 anos.

A reportagem especial da semana denuncia que bandidos brasileiros estão usando a Bolívia para lavar dinheiro do crime. Só em 2017, a Receita Federal identificou R$ 790 milhões sacados no Brasil e enviados ilegalmente para contas bolivianas. O ‘Fantástico’ mostra como a fragilidade da fronteira e o pouco rigor do sistema bancário do país vizinho são usados para atravessar diariamente milhões em dinheiro vivo.