No encerramento da temporada 2017, Profissão Repórter mostra a crise na formação de médicos no Brasil

Publicado há 3 anos
Por João Paulo Reis
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Na maior cidade do país, dentro de uma das melhores universidades nacionais, um pronto-socorro deixa de prestar atendimento à população por falta de profissionais. O drama que atinge o Hospital Universitário da Universidade de São Paulo é o retrato de um problema que começa antes de chegar aos consultórios. O último Profissão Repórter de 2017, que será exibido nesta quarta-feira, dia 20, aborda os problemas na formação de médicos, uma das faces da crise da saúde no Brasil.

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Enquanto milhões de pacientes aguardam atendimento, há muitos estudantes com o desejo de se formar em Medicina. Erik Von Poser acompanha o movimento da região do Butantã, onde o HU está localizado. “Quando comecei a gravar, tinham fechado o atendimento para a pediatria e, na semana anterior, o pronto-socorro adulto. Acompanhei uma manifestação de funcionários, estudantes e da população dos bairros próximos. O hospital é muito importante para as pessoas que vivem ali e para os estudantes, que usam a estrutura como parte de sua formação”, explica o repórter. Atualmente, o número de funcionários representa 20% do quadro de 2013 e 2014, quando começaram os programas de demissão voluntária.

Caco Barcellos entra no Hospital Universitário Pedro Ernesto, ligado à Universidade Estadual do Rio de Janeiro, e registra um cenário de abandono: leitos vazios, funcionários há meses sem receber e pacientes esperando por exames. Os residentes reclamam que sua formação profissional fica prejudicada no ambiente precário.

Monique Evelle mostra que muitos brasileiros, em busca de opções mais baratas, se matriculam em faculdades do Paraguai, onde as mensalidades custam cerca de R$ 600. Mas esses alunos depois terão de enfrentar o Revalida, uma prova para validação do diploma no Brasil, que no último ano aprovou menos de 30% dos inscritos.

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