Michel Teló avalia seu time no The Voice Kids: “o que mais se destaca é o carisma”

O cantor encara a fase de Batalhas com os times de Carlinhos Brown e Gaby Amarantos

Publicado em 3/8/2021
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Não demorou para que Michel Teló, pentacampeão do The Voice Brasil, mas estreante na versão para pequenos grandes talentos, fosse batizado de Tio Teló ainda nas Audições às Cegas. E, para dar prosseguimento à fase das Batalhas do The Voice Kids no próximo domingo (8), entram em campo novas vozes escalados por ele e pelos técnicos Gaby Amarantos e Carlinhos Brown. Os candidatos, que receberam suas orientações de forma remota, se apresentam em trios de cada time e apenas uma voz dentre as três é escolhida pelo respectivo técnico para seguir no programa.

O Time Brown abre o domingo com a disputa entre candidatas que enterneceram o público com suas apresentações anteriores: Alice Braga, Kaôri Yokóta e Sofia Fará. Logo depois, é a vez do trio João Arthur Brum, Lipe Araújo e Manu Ferraz, escolhido por Michel Teló, cantar. Em seguida, o Time Gaby vem com Bia Dourado, Bia Miranda e Mari Gonçalves.

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No bloco seguinte, outro time do “Tio Teló” entra na disputa: Laís Menezes, Rafaela Carrér e Valentina Corrêa. A próxima batalha é do time Carlinhos Brown, com Bia Gurgel, Isabelly Sampaio e Izadora Lázaro. E o time Gaby encerra o dia com um trio bem característico do Brasil profundo, formado por Edu Lima Sanfoneiro, Jhonny Diniz, o “Vaqueirinho da Paraíba”, e Ruãny Kéviny, que começou a cantar num açougue no interior da Bahia.

Michel Teló comenta sua expectativa para o seu time nesta fase.

Para você, o que mais chama atenção no grupo que você escolheu para formar seu time?

Para mim, o que mais se destaca no meu time é o carisma. A vontade de vencer, a vontade de crescer e aprender. Isso é maravilhoso e nos ensina muito. Logicamente, o talento deles também é indiscutível e impressionante.

O que você procura levar em consideração ao escolher uma só voz dentro do trio que se apresenta?

Escolher só uma voz é um desafio muito grande. É muito difícil para a gente. Essa é a parte mais difícil do nosso trabalho, na verdade. Dentre tantas vozes tão equilibradas, o que eu procuro fazer é contemplar todas com uma boa canção para que fiquem confortáveis dentro do trio em que vão cantar. Tento fazer com que todos brilhem. Na competição e naquele momento do nervosismo, um consegue se controlar melhor do que os outros, usar essa emoção a seu favor, e acaba se destacando. Mas muitas vezes é muito equilibrado, e aí a gente vai da emoção do momento do técnico mesmo; definimos por aquela apresentação. Essa fase das ‘Batalhas’ é realmente muito difícil para o técnico.

Qual é o maior desafio da fase de Batalhas?

O maior desafio são as próprias escolhas. Nas Batalhas cantam três participantes e dois deles deixam a competição! São talentos muito equilibrados e fazer essa escolha é um desafio muito grande. Eu estava acostumado com o The Voice Brasil, mas o The Voice Kids é mais difícil e mais desafiador ainda para o técnico. A gente passa dias, depois que o programa vai ao ar, com dificuldades para dormir pensando nas apresentações, nas escolhas… Eu trato o programa e todos os candidatos com muito carinho tendo muito respeito pelos sonhos deles, por isso é tão desafiador para mim.

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