Marcos Veras revela que fez teste pelo WhatsApp para entrar na Escolinha

Publicado há um ano
Por Gabriel Vaquer
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Convidado desta quarta-feira (7) juntamente com o humorista Tom Cavalcante do programa Conversa com Bial, da Globo, o ator Marcos Veras revelou que entrou na nova temporada da Escolinha do Professor Raimundo de uma forma inusitada: ele fez um teste através de uma conversa de WhatsApp com Marcius Melhem, responsável pelo humor da Globo.

Na entrevista, Veras disse que sempre quis fazer o programa e pedia por isso para Melhem. Na produção da quinta temporada, Melhem perguntou para Veras qual o personagem que ele faria. E Veras disse que sempre queria ter feito o João Canabrava.

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“Eu já queria fazer a Escolinha fazia muito tempo. Eu tinha perguntado pelo Marcius Melhem, que manda hoje no humor da Globo, quando eu iria fazer. Mas sempre tinha problema de agenda, de outras coisas que eu fazia. Um dia, ele me perguntou que personagem eu faria se fizesse a Escolhinha. E eu: João Canabrava!”, disse Marcos.

O ator continuou: “”Assim que eu falei que queria o Canabrava, o Marcius disse: ‘me manda um áudio, vamos ver se você sabe fazer mesmo’. E eu mandei um áudio no WhatsApp. Foi um audioteste, na hora! (risos)”. A história levou Tom Cavalcante aos risos.

Falando em Tom, o criador abençoou a escolha da Globo por Veras: “O Marcos tem esse talento de fazer muita coisa, de ser multifacetado, de fazer drama e andar no meio do humor com muito talento. Ele é um arrombado, né? (risos)”.

Benção de Tom Cavalcante para homenagem de Marcos Veras na Escolinha

Cavalcante também revelou que Marcos Veras pediu a benção dele para fazer a sua criação. Mas Tom disse que não precisava disso: “Ele não precisava dessa cerimônia toda, porque quando me falaram que era o Marcos Veras eu nem pensei duas vezes em deixar. Quando a Globo me disse que era ele, eu falei ‘ótimo’”

Por fim, para Marcos Veras, o grande barato da refilmagem da Escolinha do Professor Raimundo é a tentativa de fazer algo igual que grandes mestres do humor fizeram no passado. O ator, no entanto, admitiu uma dificuldade para chegar no tom de voz que João Canabrava exige.

“O grande barato da Escolinha é tentar fazer uma homenagem ao original. A gente tenta fazer igual. O tom de voz tem uma velocidade que nem se eu bebesse de verdade eu chegaria nesse tom (risos)”, concluiu Veras.

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