Mais do que atores: recorde alguns astros da dramaturgia que se aventuraram no comando de programas

Publicado há um ano
Por Fábio Costa
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Nesta segunda-feira, 30 de setembro, a Globo lançou o Se Joga, programa vespertino de variedades apresentado pela jornalista Fernanda Gentil. E também por dois atores, Érico Brás e Fabiana Karla, que assim se lançaram ao desafio de comandar uma atração na televisão. Recorde abaixo outros casos de atores que foram apresentadores.

Vídeo Show: o programa é campeão no quesito “atores que foram apresentadores”

A própria tarde da Globo tem muitos casos de atores que foram apresentadores a serem enumerados. Encerrado em 2019 na televisão, o Vídeo Show foi apresentado basicamente por atores durante seus quase 36 anos no ar. Desde Miguel Falabella, o mais aclamado dos apresentadores do programa, até Joaquim Lopes e Sophia Abrahão, que foram os últimos, tivemos à frente do Vídeo Show figuras como Márcio Garcia, André Marques e Ana Furtado. Além de Otaviano Costa, Mônica Iozzi, Maíra Charken e até Susana Vieira.

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Fantástico

Nos anos 1990, o Fantástico teve duas atrizes entre suas apresentadoras. Aliás, três, se considerarmos que Sandra Annenberg atuou em novelas e minisséries. Isso antes de investir de vez na carreira de jornalista. Carolina Ferraz e Helena Ranaldi estiveram no comando do Show da Vida, em épocas distintas. Requisitadas pela dramaturgia, ambas permaneceram pouco tempo entre os apresentadores do dominical.

Márcio Garcia

Márcio Garcia no Tamanho Família (Reprodução)

O já citado Márcio Garcia teve uma passagem interessante na Record TV na década passada como apresentador do semanal O Melhor do Brasil, exibido aos sábados. Além disso, ele também comandou um reality show exibido durante a semana, o Sem Saída. Em 2008, ele voltou à Globo, onde já havia trabalhado entre 1994 e 2004. Márcio desde 2016 apresenta o Tamanho Família, que vai ao ar aos domingos à tarde em regime de temporadas. Anteriormente, o início da carreira de Márcio foi como apresentador, na MTV. E mesmo atuando como ator, teve experiências como apresentador na Globo à frente do Ponto a Ponto (1996). Ademais, ele comandou também o Gente Inocente, entre 1999 e 2002.

Rodrigo Faro

Apresentador Rodrigo Faro (Foto: Edu Moraes/ Record TV)

Quando Márcio Garcia deixou a Record e retornou à Globo, em 2008, outro ator-apresentador foi recrutado pela emissora da Barra Funda. Rodrigo Faro fez o caminho inverso: deixou a Globo, onde trabalhava desde os anos 1990, e assumiu a tarefa de apresentar o programa O Melhor do Brasil. Faro está até hoje na emissora e, nesse ínterim, o programa mudou de nome e de dia: passou a dominical com o nome de Hora do Faro. A exemplo de Márcio Garcia, ao chegar à Record Rodrigo Faro também marcou presença na teledramaturgia da casa, numa participação breve no início da novela Chamas da Vida (2008/09), de Cristianne Fridman. No entanto, a experiência até aqui permanece única. Só para ilustrar, a última novela de Faro na Globo antes de ir para a Record foi O Profeta (2006/07), de Duca Rachid e Thelma Guedes.

Nathalia Timberg e Irene Ravache

Nathalia Timberg (Divulgação/TV Globo)

As duas consagradas atrizes foram apresentadoras de telejornal nos anos 1960. Sim, você não leu errado. Tanto Nathalia Timberg quanto Irene Ravache apresentaram noticiários, junto com figuras comuns do campo como Luiz Jatobá, por exemplo. Nathalia esteve na bancada do Teleglobo, primeiro telejornal da TV Globo. Nathalia está no ar como Gladys em A Dona do Pedaço, cartaz das 21h na mesma Globo. Ao passo que Irene, na mesma época, antes de fazer novelas fez parte do programa Pergunte ao João, na TV Rio, além de apresentar notícias. O formato vinha do rádio, onde fazia sucesso na Rádio Jornal do Brasil. O professor João Evangelista respondia a perguntas enviadas pelos telespectadores, as quais lhe eram feitas por Irene.

Irene Ravache (Divulgação/TV Globo)

Célia Biar e Karin Rodrigues

Célia Biar e Marília Pêra em Brega & Chique (Divulgação/Globo)

Nos anos 1960, quando ainda não havia as redes de televisão, com transmissão simultânea dos mesmos programas para territórios vastos, não era difícil um programa ter versões locais conforme as praças de atuação de sua emissora matriz. Um exemplo famoso é O Céu É o Limite, com suas versões paulista (apresentada por Aurélio Campos) e carioca (com J. Silvestre). A TV Globo exibia todas as noites a Sessão das Dez, aproveitando um pacote de filmes que haviam sido comprados e por alguns meses se mantiveram subutilizados pela emissora. Na matriz carioca a apresentação era de Célia Biar. Já em São Paulo quem introduzia a sessão de filmes era Karin Rodrigues. Cada uma delas tinha a companhia de um gato preto muito bem cuidado, chamado Zé Roberto.

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