Mahmoud explica sua eliminação de No Limite: “Eu não nasci para viver em tribo”

O sexólogo analisa sua trajetória no programa da Globo

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No primeiro episódio de No Limite, exibido nesta terça-feira (11), o sexólogo Mahmoud, da tribo Calango, foi o escolhido para deixar o programa, com cinco votos dos seus colegas de equipe. Apesar das dificuldades das provas, o rondoniano avalia que seu maior desafio foi mesmo a convivência.

“Antes do reality, eu cheguei a intensificar meus exercícios físicos, mas pra mim o que pegou foi a convivência. Eu não nasci para viver em tribo, em grupo. Sou uma pessoa muito acostumada a viver sozinha. E isso me atrapalhou porque comecei a me sentir excluído e ficar na defensiva. Acho que não engajei com o grupo”, revela o eliminado da semana.

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Na entrevista abaixo, Mahmoud avalia sua trajetória no No Limite e revela para quem vai a sua torcida.

Qual foi o maior desafio que enfrentou?

Antes de vir para o No Limite, cheguei a intensificar meus exercícios físicos, mas o que me pegou foi a convivência. Eu não nasci para viver em tribo, em grupo. Sou muito acostumado a viver sozinho. Isso me atrapalhou porque comecei a me sentir excluído e ficar na defensiva. Eu acho que não engajei com o grupo.

Por que acha que foi o eliminado da semana?

A gente cria uma expectativa para o programa, mas quando chega lá, é tudo diferente, né? Eu não sou uma pessoa proativa, não faço as coisas por livre e espontânea vontade. Apesar de ter me oferecido várias vezes, acho que eles dispensavam a minha ajuda porque já estavam pretendendo votar em mim.

Acha que poderia ter feito alguma coisa diferente para ir mais longe no jogo?

Acho que eu poderia ter me empolgado mais nas provas. Na primeira, por exemplo, todo mundo do grupo participou, menos eu. A minha parte era a de tirar as caixas do mar, mas o grupo não chegou a encontrar as três chaves e não chegou a minha parte. Eu fiquei com fama de que “não faz nada”, mas acho que também é porque não me foi dada a oportunidade. Se pudesse fazer diferente, teria me oferecido para cavar.

Quais estratégias você usou?

Nenhuma (risos). A minha estratégia foi só tentar me salvar na votação combinando votos com os meus amigos. Mas a Gleici queria votar em uma pessoa e o Kaysar em outra e o que eu fiz foi tentar achar um meio termo, alguém em comum que todos concordassem em votar para eu ter alguma chance de seguir no programa.

Qual o maior aprendizado que você leva dessa experiência?

Que dá pra viver sem celular! Durante os dias de confinamento e jogo, tive poucos níveis de ansiedade. Aqui fora eu sou muito viciado em celular e isso me gerava problemas de concentração, pensamento acelerado. Ficar sem celular é algo que vou levar pra mim. A vida não cabe nas redes sociais, tem muito mais que isso pra viver.

Para quem fica a sua torcida a partir de agora?

Com certeza para Gleici e Kaysar. Meu ascendente é escorpião, eu pego “rancinho”. Então eu quero as pessoas que votaram em mim fora do jogo (risos). Depois da final, eu perdoo todo mundo, mas agora eu espero que saia um por um (mais risos)! Eu acho que o jogo é a cara do Kaysar e gosto muito da Gleici, espero que os dois se deem bem no jogo.

Com a eliminação de Mahmoud, as tribos agora seguem da seguinte forma:

Carcará: Iris Stefanelli, Lucas Chumbo, Marcelo Zulu, Paula Amorim, Viegas, Ariadna, Elana e Gui Napolitano

Calango: Jéssica, Kaysar, André, Angélica, Arcrebiano, Carol Peixinho e Gleici

No Limite vai ao ar às terças, logo após Império, com de André Marques, direção artística de LP Simonetti e direção geral de Angélica Campos. O reality é mais uma parceria da Globo com a Endemol Shine Brasil, com base no Survivor, um formato original de sucesso.

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