Lola bate o pé e recusa proposta de Júlio de vender a casa

Publicado há um ano
Por Renan Vieira
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Lola (Gloria Pires) fica horrorizada quando Júlio lhe aparece com uma proposta de vender a casa em que vivem, na Avenida Angélica, em Éramos Seis. O vendedor quer levantar dinheiro para se tornar sócio da loja de tecidos. Ele teve um empréstimo negado pelo banco e um agiota propôs condições absurdas para liberar a grana.

Arrasado e com vontade de crescer na vida, ele quer de qualquer jeito aproveitar a oportunidade. Mas, para Lola, não vale a pena colocar sua casa à venda. “É a melhor saída, Lola. Vamos vender. Colocamos uma placa na porta e os compradores aparecem aos montes”, argumenta Júlio. “Não, Júlio. Casa é casa, é pra sempre”, rebate ela.

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Mas ele está determinado. “Não tenho de onde tirar mais um tostão, e ainda estou pagando  essa bodega com um sacrifício dos infernos, vale a pena?”, pergunta. Ela, então, discorda veementemente: “Vale! Não fala assim, vale a pena. Júlio, pensa. E se não der certo esta sociedade? Não teremos nem o dinheiro nem o nosso teto”.

A insistência de Júlio

Ele a chama de pessimista, diz que ela não o incentiva, que ela é como uma âncora, enquanto ele quer navegar. Lola fica ofendida e dispara: “Ora, Júlio. Nestes anos todos não faço outra coisa a não ser te dar força, economizo cada centavo. E trabalho, machuco as mãos no tricô, sem reclamar. Mas esta casa é importante pra nós, significa a nossa segurança”.

Júlio indica que se sente um fracassado, em um poço. Mas, apesar da dor de ouvir isso, Lola rebate. “Não, Júlio, o que está dizendo? Não está raciocinando bem. Que fracasso… Tem pouco tempo que viemos pra cá. Quando mudamos, esta avenida não era quase nada, não tinha ruas com calçamento. Olha em volta como está agora. O progresso chegou rápido, ficamos de boca aberta. Quantas vezes me disse: ‘Que ótimo negócio fizemos, Lola’! A casa vale agora quase o dobro, não é bom isso? Um sucesso, um ótimo negócio”, argumenta a protagonista.

Mas Júlio está decidido a subir na vida, não quer desistir dessa ideia. “Mas eu sempre quis ter uma chance de progredir, de me olhar no espelho e não ser apenas um vendedorzinho de pano, um caixeirinho chinfrim, e quando a chance aparece, o que você faz? Quer que jogue fora”, diz.

Lola se mantém firme

Lola responde mais firmemente ainda: “Não quero que jogue fora, vai vencer, vai arrumar o dinheiro, mas não à custa de vender nosso sonho. Passamos momentos mais difíceis, quando Carlos nasceu e a loja do seu Assad estava só no começo. Conseguimos ir adiante, prosperamos, e você sempre disse: ‘confia em mim, Lola’. E eu confio. Depois quando financiamos a casa, eu confiei mais ainda. Acreditei, Júlio, acredito. Não pode jogar fora um sonho. Não vou deixar”.

No final, Júlio desmonta, pergunta a Lola o que deve fazer. Ele a abraça, com vontade chorar como criança e ela conclui: “Tenha confiança, é o que nos resta. Confiança e tudo vai dar certo. Estaremos sempre unidos. Depois você arruma o dinheiro, você vai ver”.

As cenas estão previstas para irem ao ar no capítulo 16, que será exibido na quinta-feira (17).

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