Lauro César Muniz fala sobre falta de espaço na TV Globo

Autor escreveu grandes sucessos nos anos 70 e 80 na emissora e foi um dos responsáveis pela consagração da teledramaturgia na casa

Publicado há 4 meses
Por Arthur Pazin
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Fora da telinha desde 2012, quando escreveu Máscaras, seu último trabalho na Record TV, o autor Lauro César Muniz falou, em entrevista aos jornalistas Naian Lucas e Daniel César, do Na Telinha, sobre a falta de espaço que tem na TV Globo.

O novelista comentou sobre a ausência de suas novelas nos sucessos da emissora inseridos no Globoplay. “Não entendo porque a Globo não considera meu passado, não reexibe meus trabalhos”, disse o escritor, que negou restrições para reprises.

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“Da minha parte não houve nenhuma restrição e eu nem teria o direito de impedir a TV Globo de exibir meus trabalhos. Trabalhei 32 anos lá e deixei lá grandes títulos”, explicou Lauro, que assinou sucessos como O Salvador da Pátria, Escalada, O Casarão, Roda de Fogo e Espelho Mágico, produções do horário nobre que não foram exibidas até então também no Canal Viva.

Ainda durante o bate-papo, o autor alegou que não teria motivos para ser boicotado pelo canal. “Quem poderia estar boicotando meu nome da TV Globo? Quem é prejudicado nisso, além do grande público? Os grandes atores com quem trabalhei. Por quê?

Nunca pensei que eu fosse tão importante assim para os atuais diretores da emissora, a ponto de me impor “castigos”, à distância”, opinou Lauro, que é casado com a atriz Bárbara Bruno, filha de Nicete Bruno e Paulo Goulart, no ar na reprise de Cúmplices de um Resgate, no SBT.

O novelista falou, ainda, sobre a hegemonia da Vênus Platinada no mercado de teledramaturgia. “Infelizmente a TV Globo não tem um concorrente à sua altura e nunca terá. Reina absolutamente em paz. O mercado não vai se alterar. Sempre há um novo fato no ar, mas as coisas não acontecem: agora fala-se que a Netflix e outras empresas estrangeiras”, disse.

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