Kátia Barbosa fala sobre sua participação em Mestre do Sabor: “Foi algo muito inesperado!”

A chef adianta as novidades da segunda temporada do reality show

Publicado há 9 meses
Por André Santana
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Kátia Barbosa herdou dos pais, paraibanos, o amor pela cozinha. Nascida no Rio de Janeiro, no bairro de Ramos, a chef não teve recursos para fazer os tão sonhados cursos de culinária, mas nem por isso deixou de aprender. “Como não tinha dinheiro para fazer faculdade, eu ia nas livrarias e ficava horas lendo os livros. Aí corria para as panelas e testava o que tinha aprendido”, conta. Além disso, Kátia já tinha uma bagagem preciosa: os sabores que experimentou na infância, e que sempre a guiaram.

E é justamente essa mistura de referências nordestinas com elementos do Rio de Janeiro que traduzem suas receitas. Conhecida pelo famoso bolinho de feijoada, que está completando dez anos de história, ela já venceu mais de 30 prêmios e hoje é considerada um dos principais nomes da gastronomia brasileira. O sucesso, Kátia garante, deve-se a todos que a ajudaram e a um ingrediente indispensável: a paixão pela comida.

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Na entrevista abaixo, a chef fala das expectativas acerca da segunda temporada de Mestre do Sabor, que estreia no dia 30 de abril, após Fina Estampa, na Globo.

Como foi a experiência de participar do Mestre do Sabor ano passado? Mudou algo na sua rotina de lá pra cá?

Quando fui convidada para o programa, foi algo muito inesperado e levei alguns dias para que a ficha caísse. Só acreditei mesmo que aquilo estava acontecendo quando assinei o contrato. Eu já tinha feito participações em vários programas, inclusive na Globo, mas fazer parte deste projeto do Mestre do Sabor, com esse elenco de peso, me deixou louca de felicidade. Sem dúvidas, depois que o programa começou algumas coisas mudaram. Precisei estar mais presente nos salões das minhas casas porque muita gente passou a me procurar, querer me conhecer, tirar foto, elogiar. É um carinho muito bom que recebemos.

Você já é muito conhecida entre os cariocas, mas ficou mais conhecida nacionalmente. Você sentiu isso nos restaurantes?

Sim, mesmo o carioca me conhecia, mas não me abordava para fotos ou coisas do tipo. Eles me viam apenas como uma carioca dona de bar e gente boa. (risos) Hoje a coisa ficou engraçada, até os amigos mais próximos fazem alguma cerimônia, acho muito engraçado e às vezes eu fico meio tímida. Veja só! Eu, tímida. (risos)

Qual a expectativa para o programa deste ano?

A expectativa para esse ano é grande, as pessoas esperam muito de nós, do nosso desempenho e alegria. Isso é muita responsabilidade!

Você conhece vastamente a gastronomia brasileira. Ainda é pega de surpresa nos pratos que experimenta às cegas?

Sempre me surpreendendo porque há coisas que você não imagina que alguém faria. Aí vem um louco ou louca e te mandam um prato incrível e inesquecível. Realmente, o brasileiro é muito criativo.

O que faz, por exemplo, você apertar o botão?

O que me faz apertar o botão sempre é o sabor.

Nós vemos na cozinha um movimento social entre os candidatos. Você vê chef que aproveita 100% do alimento, outra que investe em produção própria de alimentos orgânicos… Na sua opinião, qual a importância desses temas para a gastronomia?

Acho muito importante a TV abordar esse tema. O aproveitamento integral dos ingredientes é hoje um dos temas mais pesquisados na gastronomia, por vários motivos. Diminuir a quantidade de lixo é uma delas. E tem outras vantagens, como, em alguns casos, talos e cascas têm um valor nutricional grande.

Qual é seu prato favorito de fazer? E de comer?

Gosto de muitas coisas, mas não vivo sem uma boa massa! Agora, por exemplo, estou muito interessada em aprender a fazer pães e massas.

Como foi para você receber a notícia sobre a saída do Avillez?

Na verdade, a saída do Avillez foi uma coisa esperada quando vimos a escalada do vírus na Europa. Entendemos que seria difícil para ele, conversamos bastante a respeito, mas foi necessário. Logo que passar, ele estará aí de volta.

Como foi gravar estes últimos dias sem plateia (devido à pandemia)?

No início, estranhamos um pouco, a plateia é muito participativa. Eles trazem uma alegria a mais, um sabor especial. Mas entendemos e seguimos em frente.

Como foi receber Rafa Costa e Silva na equipe?

Receber o Rafa? Ele é um amigo queridíssimo meu, tem um jeito bem diferente de mim e do Léo, mas nos divertimos muito juntos. Além disso, é de uma qualidade técnica incrível!

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