Júlio explode em autoritarismo e Lola tenta acalmar o marido

Publicado há um ano
Por Renan Vieira
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Júlio (Antonio Calloni) é um bom, um bom marido, mas não é perfeito, em Éramos Seis. O comerciante dá suas derrapadas e, muitas vezes, desconta seu estresse diário na própria família. Apesar de acostumada com a situação, Lola (Gloria Pires) fica desconfortável e tenta amenizar a situação, pedindo calma.

Tudo começa com Júlio chegando em casa meio bêbado. Todos
percebem e ficam frustrados, já que esperavam ele com ansiedade para jantar em
família. Lola esperava conta a notícia sobre a vinda de suas parentes de
Itapetininga para São Paulo para passar o final de ano, mas nada disso é
possível com o homem fora de si.

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Já à mesa, Júlio começa a implicar com o prato preparado pela esposa. “Que isso? Onde já se viu comer carne deste jeito? Grande, grande e parece um bicho! Ou come feito gente ou não come!”, reclama. Ali Lola percebe que já começou a tradicional implicância do esposo.

Júlio começa a passar dos limites

Neste momento, Carlos se incomoda e reclama da postura do pai. A protagonista coloca panos quentes. “Com calma consegue, Carlos. Seu pai… teve um dia atribulado”, diz. “Naturalmente, tem algum dia que não seja atribulado? Diga! Eu sou um burro de carga. Trabalho doze horas por dia, chego em casa e você me critica”, rebate Júlio.

Lola explica que não está criticando ele e pede para ele não colocar tanta pimenta na comida, já que ele temperou demais o prato. “Ah, não posso comer o que quero? Será que na minha casa não tenho liberdade?”, ironiza Júlio. “Faz mal, Júlio, é pra colocar menos, só pra dar um gosto”, explica ela.

Na sequência, ela pede para ele não se exaltar, já que ele continua procurando briga. “Chego em casa exausto, sento na mesa e vem me dizer que não posso comer isso e aquilo. Como o que quero, ninguém tem nada com isso”, diz ele, irritado.

Alfredo sofre com a severidade do pai

Logo, ele percebe que Alfredo não tem salada em seu prato e reclama: “E o senhor? É diferente dos outros por acaso? Não tem salada no prato por quê?”. O menino diz que não quer salada, mas o pai protesta dizendo que ali não tem escolha porque não quer desperdício.

“Pra que forçar o menino? Pode fazer mal”, diz Lola, protegendo seu pequeno. “Sabe o que faz mal? Frescura. Quando eu era criança comia de tudo, nunca pude escolher comida. Agora esses meninos são cheios de não me toques. Não, senhor. Na minha casa não tem isso”, avalia ele.

Na sequência, o comerciante culpa Lola pelo comportamento do filho. “Vamos, come de uma vez, Alfredo! Estou mandando. E sabe de quem é a culpa por tantos mimos? Sua! E aí, o que vão ser depois de grandes? Uns frouxos, uns vagabundos!”, conclui. No final, Alfredo obedece e come com ódio.

As cenas estão prevista para irem ao ar no capítulo 1, em 30 de setembro.

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