Jornalista André Romano lança livro infantil, ‘Fausto – O Dragão que Queria ser Dragão’, uma história sobre preconceito e tolerância

Publicado há 2 anos
Por João Paulo Reis
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Um livro que mostra, de forma lúdica e sutil, as várias fases que o indivíduo socialmente estigmatizado passa. Da descoberta do estigma, passando pela vergonha, a exclusão, o entendimento e aceitação das diferenças. E ainda, a coragem de partir para o enfrentamento, até a redenção. Assim é Fausto, O Dragão que Queria ser Dragão (Giostri Editora), do jornalista e escritor André Romano, 37. O livro chega às livrarias em setembro e está em pré-venda.

A obra conta a história de Fausto, um dragão macho que nasceu cor de rosa no reino da Perfeição, onde deveria ser azul. Expulso pelo rei Pavão, ele é obrigado a deixar os pais e ir viver no reino da Imperfeição. Lá, encontra a girafa anã, a zebra sem listras, o elefante sem tromba e outros coleguinhas imperfeitos, que vivem muito mais felizes e em harmonia do que os bichinhos do reino da Perfeição. Encorajado pelas palavras da mãe, que costumava lhe dizer que ninguém é perfeito, Fausto conseguiu, com a ajuda dos novos amigos, desmascarar o rei Pavão. Rei Pavão também tinha suas imperfeições, mas as escondia. No fim das contas, tanto o reino da Imperfeição quanto o da Perfeição sucumbiram. E assim,  todos foram morar no reino da Superação.

Influências

Quando criança, eu lia o universo da Turma da Mônica e também embarcava nas histórias de Maria Clara Machado. Sempre gostei do lado lúdico de ambos. Já adulto, esbocei algumas histórias que eu tinha certeza que aquele garoto de 7 anos que eu era, sonhador, iria gostar. Foi aí que começaram a nascer as aventuras que eu conto. Todas as minhas histórias passam pelo crivo daquele pequeno André, que nunca desapareceu e que faz parte de minha essência até hoje”, afirma Romano. Ele também assina os títulos infantis Gigi e os Livros Perdidos (2014) e Uma Princesinha no Reino da Feiura (2014), além de contos e romances adultos.

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

A história de Fausto contém todos os ingredientes que proporcionam uma boa leitura. Ricas ilustrações de André Ximene, vocabulário simples e bem amarrado, capaz de ensinar e conscientizar o leitor sobre a importância do respeito às diferenças e sobre as consequências do preconceito. Tudo isso de forma extremamente leve e tocante. Uma obra simples que coloca uma lupa em um tema complexo.

Livro da Vida

“Fausto nasceu de um sonho que eu tive, em que a história foi toda contada para mim. No mesmo dia, eu havia lido a seguinte frase de Nelson Mandela: ‘Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, elas podem ser ensinadas a amar’. Achei que tudo faria sentido”, revela o autor. E acrescenta: “Fausto nasce em um momento que o mundo está literalmente de cabeça para baixo. O que ele precisa, sem dúvida alguma, é de amor e de menos julgamento.”

Cristina Padiglione, jornalista que assina a orelha do livro, escreve em poucas palavras tudo o que a obra de Romano representa: “Uma fábula essencial para todas as idades. Nosso pequeno dragão nos faz lembrar que ninguém nasce intolerante às diferenças dos outros:  os adultos é que vão desaprendendo com padrões de imperfeição que só escondem a perfeição de um mundo plural, onde nada é mais bacana do que conviver com várias cores. Viva o Fausto!”.

*

Ficha Técnica

Título: Fausto – O dragão que queria ser dragão
Autor: André Romano
Categoria: Infantil
Editora: Giostri Editora
Edição: 1ª
Ano: 2018
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 24 páginas |

ISBN: 978-85-516-0288-1

Peso: 100g

Dimensões: 21cm x 21cm

Preço sugerido: 38,00

– Link de pré-venda: 

Depoimentos

“André Romano tem amor pelo que faz. Astuto e bem relacionado, ele é referência quando o assunto é o jornalismo de entretenimento. Inquieto e inteligente, André foi atrás de ser um comunicador ainda mais completo. Dedicou-se aos contos infantis e nas suas histórias sempre deixa como forma de reflexão uma boa mensagem. Para que crianças e adultos se inspirem nos momentos de adversidades em prol de um mundo mais humano e menos preconceituoso.”

Thiago Rocha – Apresentador

***

“Como educadora sinto a responsabilidade de lidar com a diferença na escola a fim de construir uma sociedade mais humana e empática, baseada no respeito ao próximo. E é através da Literatura que trabalho a diversidade em sala de aula, pois acredito que histórias de ficção acionam na criança sentimentos importantes para lidar com diversas situações, inclusive o bullying, por isso recomendo o livro Fausto O dragão que queria ser azul, do autor André Romano, cujo o tema central é a diversidade. Com ilustrações e textos leves, conta a emocionante história do dragão Fausto que morava no reino da Perfeição onde a imperfeição não era permitida.

Nesse reino os meninos tinham que nascer azul e as meninas rosa, mas por ironia do destino Fausto nasceu rosa. Quando o rei descobriu o fato o expulsou para o reino da Imperfeição, ao chegar a esse novo reino descobriu que lá ninguém julgava ninguém, pois cada animal tinha uma característica que os tornavam diferentes dos outros. Contudo, Fausto sabia que o rei também não era perfeito. Com a ajuda dos outros animais provou que o rei tinha os pés horrorosos, a perfeição não existe e que somos todos iguais.  Essa obra pode ser utilizada para trabalhar o conceito de diversidade permitindo que os alunos façam uma reflexão sobre o assunto.”

Luciene Bastos – Professora

*** 

“O que seria do rosa se todos preferissem o azul? E se não gostassem nem do azul? Na delicadeza de seu conto, André Romano mostra às crianças e relembra aos adultos que ser diferente é normal e importante na construção de um mundo plural e imperfeito, porque assim o somos. Rejeitado, o dragão Fausto não cospe fogo, mas transborda coragem e irmandade. Protagonista de seu destino, ele reúne os excluídos para a revelação de uma verdade definitiva: preconceito não impera no reino do amor, que tem todas as cores.”

Naiara Andrade – Jornalista

***

“Uma das fábulas mais lindas que já encontrei! Fausto, o Dragão que queria ser Dragão é sensível, emocionante e necessário nos tempos atuais!Feliz de poder levar esse texto para os palcos em breve!”

Marcio Rosario – Ator e Produtor

***

“Provocador na medida certa, Fausto – O dragão que queria ser Dragão traz de volta o clássico questionamento da intolerância e preconceito aos diferentes e minorias e revitaliza com sutileza a crítica social e antropológica eternizada na literatura em obras como O Patinho Feio e Dumbo. Em tempos de empoderamento e combate às discriminações de todos os tipos, o texto de André Romano, com ilustrações de André Ximene, cai como uma luva para os grandes e pequenos leitores.”

Neuber Fischer – Jornalista

***

“Em Fausto – O Dragão que queria ser Dragão, novo livro infantil do escritor André Romano, o pequeno leitor é brindado com uma linda história sobre preconceito e superação. Através do drama do dragão que nasceu com a cor errada, a criança vai entender que todos são iguais e que a perfeição não existe. É um livro para ser lido em família, aproveitando a história de Fausto para passar sempre bons valores às crianças.”

Carla Bittencourt, jornalista e colunista de TV 

***

Fausto, o Dragão que queria ser Dragão é uma importante ferramenta para pais, alunos e coordenadores pedagógicos. O livro do jornalista André Romano apresenta narrativa elucidativa, que propicia debate entre educandos e educadores. Através da história é possível contar e ensinar para as crianças a importância do respeito ao próximo. As necessidades especiais, a deficiência, a condição afetiva e a cor da pele são exemplificadas na obra. E servem para ensinar aos pequenos que não existem perfeitos ou imperfeitos, afinal, somos todos semelhantes.”

Vladimir Alves, Jornalista, Professor e Escritor

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio