Jornal da Record lança série de reportagens especiais sobre o racismo no mercado de trabalho

Publicado há um ano
Por Guilherme Rodrigues
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Na próxima segunda-feira (18), aproveitando o começo da Semana da Consciência Negra, o Jornal da Record lançará a série especial chamada Sem Vaga para o Racismo.

Exibidas ao longo da semana, as reportagens, escolhidas a partir de
pesquisas e também das experiências vivenciadas por estes profissionais da
Record TV, abordam o papel do negro no mercado de trabalho.

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A cada dia, as matérias vão destacar problemas que os negros
enfrentam no dia a dia, como os salários menores em comparação com outras
parcelas da população, o maior número dentre desempregados e o fato de serem
preteridos na hora de alcançar um cargo de liderança.

A série também revela exemplos de negros bem-sucedidos na profissão
e que chegaram ao topo da carreira e as iniciativas que têm colaborado na
inserção e no crescimento dos negros do mercado de trabalho.

De segunda a sexta, as reportagens definidas pela equipe debatem os
seguintes temas:

Mercado de trabalho

Neste episódio, a matéria destaca que, segundo dados do IBGE, 64,3%
das pessoas que procuram uma recolocação no mercado de trabalho no Brasil são
negros. Isso equivale a 8,2 milhões de brasileiros, ou seja, dois em cada três
desempregados do país. E mais: os negros acabam ocupando as vagas que exigem
pouca qualificação.

Mulher negra

A mulher negra é a que tem o menor salário, ficando atrás do homem
negro, da mulher branca e do homem branco. Também é minoria em cargos de
liderança. A reportagem também traz exemplos de mulheres que quebraram este
ciclo.

Educação

Segundo o último Censo da Educação Superior, dos mais de 8 milhões
de universitários, quase 600 mil se declaram negros, o que equivale a apenas 7%
do total. Mas mesmo com números tímidos, a história está mudando e cada vez
mais negros chegam às universidades.

Como mudar

Aqui serão destacadas as iniciativas que estão ajudando na inserção
e no crescimento dos negros no mercado de trabalho. A reportagem aborda ainda a
adoção da contratação às cegas como uma forma de coibir o racismo na hora da seleção
dos profissionais. 

Somos competentes

O exemplo de vários negros que chegaram ao topo da carreira e que
não se deixaram abater pelo preconceito e pelos obstáculos que encontraram no
caminho.

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