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Crítica

Jornada Astral imprime novidades ao talk show e explora potencialidades de Angélica

A apresentadora está à vontade em seu novo programa na HBO Max

Publicado em 21/12/2021
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Em seu primeiro projeto fora da Globo após 25 anos, Angélica surge à vontade em Jornada Astral, nova produção original brasileira da HBO Max. A apresentadora volta a entrevistar celebridades, algo que fez na maior parte de seus anos na antiga emissora, mas o faz de uma maneira diferente, imprimindo algumas novidades ao talk show.

O Estrelas, seu antigo programa, era praticamente uma “revista Caras”, com Angélica mostrando a intimidade de artistas em bate-papos chapa-branca. Mas, como o Jornada Astral tem a astrologia como mote, a conversa acaba indo para um lugar novo, o que lhe dá um diferencial interessante.

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Para quem gosta de astrologia, Jornada Astral é um prato cheio, já que Angélica, ao lado de seus companheiros de cena Paula Pires e Vitor DiCastro, trazem estudos de mapa astral com muita informação. Porém, Jornada Astral também se mostra um bom programa mesmo para quem não se interessa pelo assunto, mas gosta de assistir a uma boa entrevista.

Isso porque, a partir da pauta preestabelecida entre Angélica e seus convidados (dois por programa, sempre do mesmo signo), o assunto vai sendo aprofundado, arrancando boas declarações dos entrevistados. Há um resgate emocional do passado e um balanço do presente de cada convidado, que se expõe de uma maneira muito franca e pouco vista nos tempos do Estrelas.

Além disso, o papo “astral” permite a Angélica abordar temas que tenham a ver com positividade, felicidade e qualidade de vida, assuntos que têm ficado frequentes em seus projetos mais recentes. E os temas surgem naturalmente, por meio de uma conversa e de dinâmicas simples, bem diferente do tom didático do Simples Assim, última empreitada da loira na Globo.

Ou seja, Jornada Astral une dois universos de Angélica de maneira eficiente: a entrevista com a celebridade e a temática da busca pela felicidade. O resultado é um programa simpático, muito bem desenhado, e que conta com convidados de ponta e boas declarações. E o mérito é do formato, bem simples, mas muito eficiente naquilo que se propõe.

Angélica, quando tem um bom formato em mãos, tira o desafio de letra. Por isso, ela está super à vontade e muito radiante em cena, como não se via há muitos anos. Migrar para o streaming foi realmente um chacoalhão necessário em sua carreira, numa manobra que há de render bons frutos. Com Jornada Astral, essa “jornada” começou muito bem.

*As informações e opiniões expressas nessa crítica são de total responsabilidade de seu autor e podem ou não refletir a opinião deste veículo.

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