Jesus, Apocalipse, Os Mutantes: veja três novelas que a Record TV poderia reprisar em vez dessas

As novelas bíblicas poderiam ter "férias" durante a pandemia e alguma dessas produções poderia ocupar seu lugar

Publicado há 9 meses
Por Fábio Costa
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Nos próximos dias, a Record TV vai começar a exibir reprises de Apocalipse (às 20h30, na vaga de Amor Sem Igual, paralisada temporariamente pela pandemia de Covid-19) e Os Mutantes – Caminhos do Coração (às 15h45, substituindo a primeira fase do mesmo ciclo).

Além disso, desde terça-feira (14) Jesus voltou à tela, no horário das 21h30, antes ocupado por outra reprise, a de O Rico e Lázaro. A reprise de Os Mutantes é bastante natural, já que prossegue com a história da primeira fase.

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Tirando esse caso, que outras novelas de seu acervo a Record TV poderia ter resgatado, em vez das que escolheu? O Observatório da TV relembra algumas produções que merecem nova chance. Lembrando que o acervo à disposição da emissora não é tão vasto quanto o da TV Globo, por exemplo.

Dona Xepa

Produzida em 2013 e reprisada em 2015, a novela foi escrita por Gustavo Reiz com base no texto teatral de Pedro Bloch e teve direção-geral de Ivan Zettel.

Dona Xepa não fez muito sucesso, mas isso poderia ser corrigido agora com sua história de uma mãe batalhadora que lutou para criar sozinha os filhos depois que ficou sem marido. Alguma semelhança com Fina Estampa?

Carlota (Ângela Leal) tem o apelido de Dona Xepa porque é feirante. Os filhos Rosália (Thaís Fersoza) e Edison (Arthur Aguiar) sentem vergonha de sua pouca instrução e seu jeito despachado, sem frescuras.

Os destinos deles se ligam aos da família Pantaleão, cujo herdeiro Victor Hugo (Márcio Kieling) é alvo do interesse de Rosália. A moça quer subir na vida, e desdenha o amor do vizinho pobre, Benito (Emílio Dantas).

Pecado Mortal

Esta foi a única novela de Carlos Lombardi em sua passagem pela emissora na década passada. Pecado Mortal foi ao ar entre setembro de 2013 e maio de 2014.

A história era bastante adulta e passada nos anos 1970. Carlão (Fernando Pavão) era casado com uma promotora, Patrícia (Simone Spoladore), e tentava viver longe das atividades de seu pai, um temido bicheiro.

Esse pai era Michele Veneto (Luiz Guilherme), casado com Donana (Jussara Freire), mas apaixonado desde a juventude por Stella (Betty Lago). Esta é a verdadeira mãe de Carlão – aliás, Marco Antonio -, e o entregou a Donana para escapar à morte em maio às disputas do crime organizado.

Ao fugir da perseguição do policial Picasso (Victor Hugo) e de uma injusta acusação de pedofilia, Carlão se vê diante da vida que renegou. E balança com as investidas da bela Doroteia (Paloma Duarte), irmã de outro grande bandido, Danilo (Gustavo Machado).

Com direção-geral de Alexandre Avancini, Pecado Mortal merece uma nova chance, prejudicada que foi pela conjuntura da época. No elenco ainda as presenças de Denise Del Vecchio, Carla Cabral, Mel Lisboa, Bianca Byington, Guilherme Winter e Mário Gomes, entre outros.

Marcas da Paixão

Daqui a algumas semanas, Marcas da Paixão vai completar 20 anos de sua estreia, em maio de 2000. Foi uma das novelas que Solange Castro Neves escreveu para a Record TV – a outra foi Roda da Vida, do ano seguinte.

Na ocasião, a emissora retomava suas produções próprias de dramaturgia após uma pausa. De modo que quis chamar a atenção com uma autora global e um cast com vários nomes conhecidos.

As protagonistas eram as jovens Cíntia (Vanessa Lóes) e Guida (Carla Regina). Filhas do mesmo pai, Jorge Maia (Walmor Chagas), as duas passam a conviver quando ele morre e têm de administrar juntas os negócios do pai.

O veterinário Diogo (Carlos Casagrande), filho postiço de Jorge, se divide entre as duas belas moças. Eles terão de lidar com as artimanhas de Dete (Irene Ravache), governanta e amante de Jorge, que deseja a fortuna para si.

A direção coube a Atílio Riccó e Henrique Martins, e no elenco as presenças de Nathalia Timberg, Cláudio Cavalcanti, Jussara Freire, Antônio Petrin, Eriberto Leão, Emílio Orciollo Netto, entre outros.

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