Itália x Inglaterra: Final da Eurocopa tem transmissão da TV Globo e do SporTV

Galvão Bueno é o narrador da partida

Publicado em 8/7/2021
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Após 50 partidas e 140 gols marcados (média de 2,8 por jogo), a histórica edição que marcou os 60 anos da Eurocopa chega ao fim neste domingo (11), em Londres. A TV Globo – com sinal aberto no ge.globo e no Globoplay, inclusive para não assinantes – e o SporTV transmitem Itália x Inglaterra, a partir das 16h.

Os italianos buscam o bicampeonato e um título que não conquistam há mais cinco décadas (o primeiro foi em 1968). Já os ingleses querem levantar em casa, no tradicional no Estádio de Wembley, o primeiro troféu, em sua estreia em decisões da competição.

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Na TV Globo, a transmissão começa logo após The Voice Kids. Galvão Bueno narra a final, que terá comentários de Caio Ribeiro, Junior e Paulo César de Oliveira.

No SporTV, o pré-jogo começa uma hora antes de a bola rolar, apresentado por Milton Leite, que também comanda a transmissão ao lado dos comentaristas Lédio Carmona, Roque Junior e Sálvio Spinola.

Direto de Wembley, o repórter Marcelo Courrege participa do pré-jogo no SporTV, com informações sobre a final e a movimentação das torcidas, e marca presença na transmissão da TV Globo.

Será uma final sensacional, inesquecível e sem favorito. A Itália é um pouco mais ofensiva, abandonou o estilo de apenas se defender e passou a buscar mais o gol. A Inglaterra é um time de muita entrega física, extremamente organizado. Tem o craque do torneio até agora, que é o Sterling. Decidiu vários jogos. A taça estará em boas mãos com qualquer um dos dois times”, analisa Caio Ribeiro.

Matérias especiais esquentam o clima para a decisão

Nesta sexta-feira, dia 9, a edição matinal do SporTV News, que começa às 8h45, traça um paralelo entre os destaques do time inglês com a imagem dos Beatles atravessando a faixa de pedestres na famosa Abbley Road, em Londres.

Na TV Globo, o Globo Esporte conta como o bom ambiente entre os atletas foi fundamental para a Itália chegar tão longe na competição. A renovação feita pelo técnico Roberto Mancini passa também pelo bom humor do grupo, que nesta campanha ficou caracterizado pelas brincadeiras, postagens irreverentes nas redes sociais e churrascos.

Horas antes do jogo, no Esporte Espetacular, o apresentador Lucas Gutierrez apresenta uma crônica sobre os acontecimentos mais marcantes desta Eurocopa. O programa também mostra uma lista com os cinco gols mais bonitos do torneio e como os árbitros europeus lidam com o VAR de forma diferente dos brasileiros.

Um dos pontos mais elogiados na competição foi o rápido auxílio da tecnologia para elucidar lances polêmicos. Em entradas ao vivo, repórteres em Londres contam como a capital inglesa está se preparando para a decisão.

A chegada da Inglaterra à final da Eurocopa tem mexido com o país. Uma das frases mais citadas nos últimos dias é “Football is coming home” (O futebol está voltando para casa). Marcelo Courrege lembra a música que leva este nome, criada para a Euro de 1996, que aconteceu por lá e que virou um mantra para os ingleses. Após 25 anos, finalmente a sina citada na letra da banda The Lightning Seeds pode finalmente chegar ao fim.

Já a repórter Marina Izidro conta como se deu o processo de reformulação da seleção italiana e o papel dos brasileiros neste processo. O zagueiro Rafael Toloi, o lateral Emerson Palmieri e o meio-campista Jorginho estão no elenco que vem fazendo história neste torneio e traz depoimentos de como os familiares destes jogadores vivem a expectativa por esta decisão no Brasil.

No ge.globo, os jornalistas Felipe Barbalho, Jorge Natan e Thiago Benevenutte comentam no podcast Gringolândia classificação inglesa para inédita decisão na Euro. O site também disponibiliza um quiz para testar conhecimentos sobre os finalistas.

Entrevista com Caio Ribeiro

Como você vê esta final da Eurocopa? Achou surpresa a chegada destas duas seleções na decisão?

É uma final gigantesca pelo tamanho das duas seleções, pelo peso das camisas e pelas campanhas que chegaram até aqui. A Itália não me surpreende. Tenho acompanhado todo este trajeto de reconstrução da equipe depois de ter ficado fora da última Copa do Mundo. O time já chegou em um momento muito bom, com longa invencibilidade e uma série de vitórias consecutivas. Na Eurocopa, confirmou tudo isso. Já a Inglaterra tem o fator de ter atuado a maioria das vezes em casa, como será nesta decisão. É uma equipe muito consistente, organizada e que fez por merecer a chance de disputar pela primeira vez a final da Eurocopa.

Na sua opinião, qual a mensagem que esta Eurocopa deixa, tanto taticamente quanto em termos de organização?

O que mais me deixou feliz nesta Eurocopa foi voltar a ver o público nos estádios. Nós sabemos que não são todos os países que podem fazer isso ainda, infelizmente, como é o nosso caso, mas estamos em um processo de avanço da vacinação. Um jogo sem torcida tira um pouco da essência, da graça do esporte. Os atletas jogam pela nossa realização profissional, pelo seu sustento, mas tem algo maior, que é o aspecto lúdico, o contato com as pessoas. A satisfação pela forma como o esporte impacta as vidas. E ver a Eurocopa com estádio cheio é sinal de quem as coisas estão começando a voltar. No plano tático, o que me deixou muito surpreso é ter visto aquelas seleções consideradas medianas terem tirado grandes times, como foi o caso da Suíça contra a França, da República Tcheca com a Holanda e a Dinamarca chegando tão longe na competição.

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