Guilhermina Libânio comemora personagem militante em Órfãos da Terra: “Me ensina muito”

Publicado há 2 anos
Por Felipe Brandão
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Não é preciso conversar muito tempo com Guilhermina Libânio para notar o encanto que a jovem atriz sente por Cibele, sua mais nova personagem. Revelada em Malhação: Vidas Brasileiras, a moça deixou antecipadamente o elenco da história teen para poder integrar o elenco da próxima trama das 18h da Globo, Órfãos da Terra.

“A transição foi bem interessante. Porque são duas personagens parecidas, mas que estão em lugares e etapas diferentes da vida. A Úrsula [papel de Guilhermina em Malhação] era uma menina, estava aprendendo a lidar com o próprio corpo, a encontrar seu lugar no mundo. Já a Cibele é mais mulher! Ela já se encontrou, já lida bem com o próprio corpo. Quer mudar o mundo e vai fazer isso com as próprias mãos”, adiantou a estrela de apenas 21 anos, em entrevista ao repórter André Romano, do Observatório da Televisão.

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Guilhermina descreve Cibele como uma jovem bem-resolvida, disposta e afetuosa. “Além de ser uma militante feminista e estudantil, ela vai trabalhar como voluntária no centro de acolhimento aos refugiados”, revela. Brasileira de raízes sírias, Cibele é completamente dedicada à família. Exceto quando o assunto são os conflitos com a preconceituosa Camila (Anaju Dorigon), sua própria tia.

“Elas batem muito de frente uma com a outra, porque a Camila é praticamente o oposto da Cibele. É gordofóbica, não é uma pessoa tão afetuosa quanto a sobrinha… Frisa todo o tempo o quanto a Cibele está fora dos padrões. É uma personagem que em ensina muito, assim como a Úrsula também ensinou”, admite Guilhermina, destacando a forma como ambos papéis lidam – ou aprendem a lidar – com a questão estética.

Beleza sem tabus

“A aceitação do próprio corpo é uma construção diária. Porque todos os dias vão te dizer o contrário. Todos os dias você vai ter que se olhar no espelho e saber que você é bonita, que tem valor. Recentemente, comecei a mudar as minhas referências, a partir de quem eu sigo nas redes sociais. Passei a seguir minas que são mais parecidas comigo – e não para viver numa bolha, mas para mudar referências”, explica.

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