Gui em Verdades Secretas, Gabriel Leone elogia autor e revela preparação: “Estudei sobre sedução”

Ator diz que ficou feliz com a reprise da novela

Publicado em 31/8/2021
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Gabriel Leone pode ser visto atualmente na tela da Globo em Verdades Secretas, exibida originalmente em 2015. Na trama de Walcyr Carrasco, o ator interpreta Gui, um playboy que é conhecido por ser o garanhão do colégio onde estuda.

No início da trama Gui se apaixona pela garota nova da escola, a caipira Angel, papel de Camila Queiroz. Eles transam, mas logo após o riquinho dá um fora na interiorana, por vergonha. Com o passar no tempo, ela vai se habituando com a vida de top model – e também ingressando mais e mais no universo do book rosa, atendendo Alex.

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Ao mesmo tempo, Angel conquista Gui novamente e os dois passam a namorar até o menino descobre que a amada é uma das modelos que se prostitui. Em entrevista, Gabriel Leone dá detalhes de sua preparação para o papel e o que acha da novela em si.

Entrevista com Gabriel Leone

O que você sentiu quando soube que Verdades Secretas seria reexibida na TV Globo?

Fiquei muito feliz com a oportunidade de rever esse trabalho que me deu tantas alegrias, tantos amigos, que me abriu tantas portas. Pela repercussão que teve na época, tenho certeza de que o público também ficou ansioso para rever.

Como você descreveria seu personagem e como foi o processo de construção dele?

O Gui é um moleque, um playboy inconsequente, mas tem um arco de amadurecimento na trama. Ele começa sendo o reizinho da escola, do grupo, vacila feio com a Angel, mas acaba se apaixonando por ela e se arrependendo das próprias atitudes. Passei um tempo em São Paulo ouvindo o sotaque e o comportamento de jovens com a realidade próxima a dele. Estudei também sobre a sedução, muito usada pelo personagem no início da trama.

Como o Gui marcou a sua carreira?

O sucesso de Verdades Secretas projetou, de certa forma, todos nós, jovens, que estávamos ali. Algumas cenas que fiz, principalmente dramáticas, tiveram uma resposta muito positiva do público e da crítica.

Qual a principal lembrança que você tem do período de gravação?

Tivemos uma preparação longa, durante meses, dentro dos núcleos. Por isso, o da escola era diversão pura, filmando e convivendo no dia a dia. Além disso, nesse trabalho fiz um dos meus melhores amigos até hoje, o Rodrigo Lombardi.

Qual foi o principal desafio desse trabalho?

O sotaque paulista.

O público o abordava muito nas ruas por conta da trama quando ela foi exibida originalmente?

Muito. Um dia marcante para mim foi nossa ida ao Rock in Rio após o final. Foi difícil de circular pelo evento em alguns momentos.

A trama fez muito sucesso em 2015. A que você atribui o sucesso da história, e como acha que será a recepção do público agora?

O Walcyr constrói tramas e cria ganchos como ninguém. Além da equipe encabeçada pelo Maurinho que construiu de forma elegante, impactante aquele universo da moda. Acho provável que o público vibre de forma semelhante à da época, mesmo sabendo o que vai acontecer. As situações são muito tensas.

Você está assistindo novamente à trama? É muito autocrítico ao rever um trabalho antigo?

Sim. Tenho um carinho muito grande por esse trabalho e olho pra ele hoje como um degrau importantíssimo na minha carreira.

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