Globoplay lança nova série sobre dependência química

A arte imita a vida, e assim como na série muitas pessoas sofrem com essa doença crônica

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A série Onde está meu coração conta a história de Amanda, uma jovem médica, amorosa e doce que se envolve com o crack. Vinda de uma família de classe média alta, a trama revela que a dependência química não é uma questão de cunho sociocultural, e que muito mais do que uma falha de caráter ou um defeito moral, a dependência química é uma doença que assola cerca de 27 milhões de pessoas em todo o mundo.

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Essa doença é biopsicossocial, progressiva, incurável, fatal, multifatorial. Assim como na série, a dependência química, sobretudo do crack, não é uma doença exclusiva de pessoas com baixo nível cultural e renda. Amanda tinha uma família excelente, um bom casamento, realização profissional, financeira. A dependência química não escolhe cor, classe social ou nível de cultura. 

A série se passa em Santos e em são Paulo. Durante a trama, Amanda é submetida a internação voluntária e internação involuntária para receber tratamento para dependência química, em clínica de recuperação em são Paulo. A trama ainda mostra a dor vivenciada pelo pai de Amanda, Davi, personagem de Fabio Assunção. A abordagem sobre o tema tão complexo e doloroso traz a tona o debate sobre essa doença obscura.

Somente com o diálogo, o debate, é de fato possível quebrar esse tabu, e falar abertamente sobre essa doença que assola tantas famílias em todo o mundo. O recomeço e as recaídas também são abordados, junto com as questões psicoemocionais que antecedem o uso dessas substâncias.

A codependência familiar, ao qual pouca gente conhece também é muito explorada. Temas como a super proteção e o amor que transcende qualquer crise são o ápice da história. A arte imita a vida, e assim como em Onde está meu coração, Fabio Assunção também sofreu com essa doença crônica que é a dependência química.

Fabio já foi submetido a diversos tratamentos para a dependência química, seja de forma ambulatorial ou através de clínica de recuperação em SP, clínica de recuperação no RJ e tratamentos alternativos, como a ibogaina por exemplo.

O meio artístico está recheado de pessoas que passam ou já passaram pela fase crítica da dependência química. Artistas como o cantor Dinho Ouro Preto, o comentarista esportivo e ex atleta Walter Casagrande, o ator Fábio Assunção, a atriz Vera Fischer são só alguns exemplos de artistas que sofreram com a dependência química. 

Confira também as 8 melhores clínicas de recuperação em São Paulo clicando aqui.

Nando Reis, já passou por uma internação para dependentes químicos em clínica de recuperação. Muitos outros nomes da cena brasileira já sofreram ou sofrem com a dependência de álcool e drogas. Ana Cañas, Barbara Borges, Felipe Camargo, Rita Lee, entre outros já falaram abertamente sobre a dependência química.

No cenário internacional, a lista é ainda mais ampla. Demi Lovato, Lindsay Lohan, Drew Barrymore, Fergie, Elton John, Ben Affleck, Michael Douglas, Angelina Jolie, Charlie Sheen, Eminem, Fiona Apple e tantos outros nomes sofrem ou já sofreram com a doença.

Para conhecer mais afundo sobre os tratamentos disponíveis bem como as melhores clínicas de recuperação em são Paulo ou em todo o Brasil, é possível através de sites como o da capital remoções. O debate sobre a doença, suas mazelas e a construção do caminho da recuperação são fundamentais para informar a sociedade sobre as alternativas e obter sucesso. O amor e a instrução continuam sendo as melhores ferramentas de combate a dependência química.

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