Geraldo Luís fala sobre sua reestreia no Balanço Geral SP: “Volto para o público que me consagrou”

Publicado há um ano
Por Muka Oliveira
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A
carreira de Geraldo Luís na Record TV
começou em 2007, quando estreou no Balanço
Geral SP
. O apresentador fez tanto sucesso com o público, que, nos últimos
12 anos, Geraldo comandou a atração em duas ocasiões, entre 2007 e 2009, e
depois, de 2010 até 2014. E a partir desta segunda-feira (30), o criador do
famoso bordão “Balança!!!!!” retorna
ao programa que o tornou conhecido no país. 

Geraldo
Luís estreia com novidades no programa jornalístico. Animado com mais este
desafio, ele irá acumular a função de apresentador com a de repórter. O
contador de histórias promete ir às ruas para gravar matérias especiais que são
a sua marca registrada.

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“Quando o factual exigir, e que
graças a Deus  essa sensibilidade fique sempre comigo, eu preciso ir para
rua, eu preciso ir para o povo. Primeiro, eu preciso ver gente, se eu vir só
estúdio eu piro. Não adianta, é botar um gorila numa jaula, é trancar alguém
que quer falar”,
diz o apresentador. 

O
Balanço
Geral
continua com as notícias ao vivo, prestação de serviço,
denúncias, casos curiosos, agora sob o comando de Geraldo Luís, que terá a
companhia de colaboradores muito especiais: o anão Marquinhos, que já
trabalhou com ele no programa, e sua esposa Juliana.

A Hora da Venenosa,
quadro líder de audiência, também permanece na atração. Fabíola Reipert, Renato
Lombardi e a cobra Judite ganham um novo companheiro para contar todas as
histórias que os famosos não querem revelar.

Leia abaixo uma entrevista de
Geraldo Luís:

Geraldo,
você sente que está voltando para casa?

 Estou voltando para casa,
para o meu chão. Volto para o público que me consagrou, que continua lembrando
do Geraldo Balança, das histórias de mistérios, da marca do jornalismo Record.
Estou muito à vontade. Volto agora numa nova era, em que o jornalismo está
muito mais forte, com uma credencial da agilidade da informação que só a Record
TV tem.

Você
já tem nova ideias para a atração?

Eu quero aproveitar para fazer uma
coisa que o jornalismo eternamente ensina, claro, para quem quer aprender, eu
quero me reinventar mais uma vez, porque o Balanço Geral cabe tantas coisas
tantas ousadias, tantas ideias. No Balanço Geral, a gente consegue nascer a
cada programa, aprender a cada programa. São Paulo, Brasil, estou voltando!

Fabiola
Reipert disse, em uma entrevista ao R7, que você iria tirar de letra o novo
desafio, que você fala bem, tem linguagem popular, é um homem do povo.

O Balanço Geral foi a continuidade
do meu trabalho em rádio. Eu fiquei 24 anos no rádio. Quando a Record me
contratou, em 2007, eu falei, nossa, como vai ser agora? Quando comecei a
falar, eu já vi um estúdio de rádio. O público é o grande termômetro.

Você
tem uma grande facilidade de trabalhar ao vivo. Qual é seu segredo?

O segredo é você falar
naturalmente, sabe aquela coisa do arroz com feijão? Se você souber fazer da
sua vida o básico, o simples, já é um luxo.  A informação, a forma simples
de você falar, é aquela forma conversada e o Balanço Geral deixa a gente à
vontade para falar com o povo do jeito que o povo entende.

Você
está preparado para brigar com a concorrência? Porque é um horário bem
concorrido.

Olha, a Record sempre me colocou à
frente de desafios. A vida é feita de desafios, e a disputa é uma coisa normal.
A concorrência, ela nos enobrece, ela nos educa, ela nos doutrina. Ela nos
estimula a nos tornarmos melhores. Estou feliz, respeito muito meus
concorrentes, mas estamos aqui, à frente de uma grande emissora, de um grande
programa que já balança a concorrência e com esse time que me deixa muito à
vontade, mas principalmente com o time que me carrega na alma.

Além
da Fabíola, você divide a bancada com Renato Lombardi, que é um jornalista
renomado e cheio de prêmios. Como você vê isso?

Televisão é parceria, você não faz
sucesso sozinho. Renato Lombardi, como Percival de Souza… A Record TV tem
grandes patrimônios do jornalismo brasileiro. A gente se sente amparado, porque
você não dá uma notícia sozinho, você não faz um comentário sozinho. E ao vivo
é tudo muito perigoso, você tem que ter a sensatez, aliado com sua capacidade,
com seu discernimento, com sua inteligência, com a sua velocidade. A notícia é
rápida, você tem que ser tão rápido na análise quanto, mas sempre diante de uma
coerência daquilo que você vai falar. E ter essas grandes feras, como Renato
Lombardi, do meu lado, me dá tranquilidade.

Como
você está preparando sua rotina para assumir um ao vivo de três horas de
segunda a sexta?

Estou tranquilo. Para quem no
domingo fica cinco horas no ar, está tudo certo. Eu estou feliz, eu faço o que
eu quero, faço o que eu amo, estou bem de saúde, a Record TV mais uma vez
acreditando, o público do outro lado esperando, o que mais eu quero? Sucesso é
consequência de três coisas. Fama é uma coisa idiota, respeito é outra coisa, e
isso só se consegue com uma coisa: trabalho, trabalho e trabalho.

Você
foi repórter durante vinte anos, virou apresentador e não saiu das ruas. Agora
vai ficar mais no estúdio ou podemos esperar o Geraldo nas ruas?

Eu não aguento ficar no estúdio
não, eu não aguento ficar só no estúdio. É igual prender passarinho, não tem
como. Quando o factual exigir, assim graças a Deus que essa sensibilidade fique
sempre comigo, eu preciso ir para rua, eu preciso ir para o povo. Primeiro, eu
preciso ver gente, se eu vir só estúdio eu piro. Não adianta, é botar um gorila
numa jaula, é trancar alguém que quer falar. Então claro que eu quero que o
povo continue falando, é claro que eu quero segurar esse microfone da Record e
deixar as pessoas terem oportunidade de falar. O contador de histórias agora
vai contar outras histórias reais, junto com a população, diante da marca do
jornalismo Record. Geraldo nas ruas sempre!

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