Fora de Hora quer apresentar elenco afinado e estética realista

Publicado há 9 meses
Por Renan Vieira
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Com um elenco que se firmou no humor, seja na TV, no teatro ou na internet, a escalação dos atores de Fora de Hora, que estreia em 21 e janeiro, na Globo, funciona como uma trupe. Com exceção de Paulo e Renata, que sempre aparecem na bancada diretamente do estúdio, todo o grupo vai se alternar entre personagens fixos – repórteres, colunistas, correspondentes – e aleatórios, que vão desde os entrevistados, papéis com poucas falas, como elenco de apoio, e até a figuração.

“Todos nós teremos um repórter para chamar de seu. Mas todos nós estamos atuando e presentes em várias situações: somos repórteres, personagens e entrevistados. Todo mundo está interagindo o tempo todo”, detalhou a atriz Júlia Rabello.

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“Nosso compromisso é ter esse personagem fixo, mas também papéis variados, menores, inclusive figuração. Somos uma trupe mesmo”, explicou Luis Lobianco. “Quando é em grupo, um puxa o outro, anima o outro, e, em cena, a gente se multiplica. Mais opções, mais combinações. Estou muito animado com esse elenco, é uma galera incrível. Estou louco pra aprender com eles e brincar também”, afirmou Marcelo Adnet.

Realismo também no cenário e figurino

A realidade também é o que rege cenários e figurinos do humorístico. “A ideia é que eles sejam críveis, apesar do clima nonsense que temos muitas vezes. Então, seguimos uma linha mais sóbria e nos inspiramos e pesquisamos jornalistas reais. Temos os jornalistas fixos de cada ator e pensamos em marcas diferentes para os personagens, buscando uma identidade visual para cada um. Quanto mais realista, mais contamos a piada”, resume a figurista Alessandra Barrios. 

Na cenografia, foram muitas pesquisas e referências. “A imaginação dos roteiristas é o limite. A ideia é sempre possibilitar que tudo o que eles imaginem possa ser concretizado. O cenário sempre tem a missão de dizer o não dito em cena. Ele cria a atmosfera e dá sentido para as ações na medida em que orienta as movimentações cênicas. Pensamos em um cenário de cores neutras para que os telões de led fossem os personagens principais. As artes do painel dão o contraponto necessário para a seriedade do jornalismo. Junto, é claro, com a atuação dos atores. Vamos brincar muito com as imagens e com o espaço para sempre desconstruir a seriedade do jornalismo”, detalhou a cenógrafa Flávia Yared.

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