“Foi diferente de tudo o que eu já fiz na vida”, revela Mel Lisboa sobre interpretar Rita Lee

Publicado há 2 anos
Por Caio Ponciano
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A atriz Mel Lisboa foi a convidada do Mariana Godoy Entrevista desta sexta-feira (29). No programa, ela falou sobre uma peça de teatro que está em cartaz e também sobre a série original Netflix, em que ela é uma das protagonistas.

Dogville é uma obra escrita originalmente para o cinema e, recentemente, foi adaptada para o teatro. O filme, lançado em 2003, foi roteirizado e dirigido por Lars von Trier e estrelado por Nicole Kidman. “O filme já tem uma proposta bem diferente. A falta de cenário, a presença de um narrador, a divisão em capítulos anunciando o que vai acontecer… Tudo isso é muito interessante. A grande questão foi como transpor isso para o teatro. Toda obra dele tem ceticismo pelo ser humano e a peça não foge disso. Trata-se de uma forasteira que chega em uma cidade e é recebida pelos moradores que passam a explorá-la nas atividades do dia a dia”, contou.

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Rita Lee

Mel Lisboa viveu, recentemente, a cantora Rita Lee no musical Rita Lee Mora Ao Lado e na na minissérie Elis – Viver É Melhor Que Sonhar. Ela afirmou que foi um desafio interpretar a roqueira. “Me deparei com uma coisa bem diferente: uma personagem real que é viva, adorada e venerada. Quem assiste, espera que você honre a Rita. Foi completamente diferente de tudo o que eu já fiz na vida. Cheguei a encontrá-la, mas conversei pouco com ela. Ela gosta de ficar em casa quietinha. O desafio é entender o que é aquela pessoa para não fazer imitação e sim interpretação”, revelou.

Sobre a série Coisa Mais Linda, que está no ar na Netflix, a atriz afirmou nunca ter feito uma produção original para o streaming e que se trata “de uma forma de distribuição muito diferente”. “Os capítulos são disponibilizados de uma só vez e as pessoas vão vendo como elas querem. Muita gente assiste em um dia só. A série fala de quatro mulheres que se encontram e se transformam. Se passa em 1959, uma época em que o machismo era bem grande, apesar de identificarmos coisas bem atuais, infelizmente. Considero a música uma quinta protagonista, porque ela costura toda a história”, declarou.

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