Flávia Monteiro relembra Chiquititas e revela depressão: “Sumi, desapareci, fiquei no meu casulo”

Atriz conta detalhes de seu isolamento

Publicado em 10/8/2021
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Flávia Monteiro, que interpretou Aya na novela Gênesis, na Record TV, está agora longe das telinhas. A atriz, que mesmo com inúmeros papeis de destaque, ainda é muito lembrada por seu trabalho como Carol, em Chiquititas (1997 a 2001).

Longe das telas desde a novela bíblica, a artista revelou sua luta contra a depressão. Em entrevista ao site O Fuxico, ela deu detalhes da ajuda que recebeu e dos momentos de reclusão.

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“Tive um retorno grande, muitas pessoas não sabiam que eu não estava muito bem. Estava sem paciência, raivosa, sem tolerância. Sumi, desapareci, deixei de atender telefone. Fiquei no meu casulo para entender o que estava acontecendo. Tive muito apoio dos amigos e familiares. Sabe aqueles amigos insistentes? Graças a Deus que existem essas pessoas que te tiram do fundo do poço, contou Flávia.

Segundo ela, a vida do artista é uma espécie de montanha russa, assim como de todos, mas poucos enxergam isso. A partir disso, pode abrir portas para a angústia e doenças sérias, como a depressão.

“A gente vende a família margarina, glamour, casal perfeito…mas dentro de cada pessoa tem um indivíduo que sofre, somos seres inconstantes, com altos e baixos, ama…Somos seres humanos como qualquer um. Agora, cabe a você [artista], tirar sua vaidade e dividir isso. Tem gente que não gosta de se expor. Temos que respeitar. Não importa o dinheiro, status, a carreira. A Covid-19 está aí pra provar isso. Somos iguais“, expõe a atriz.

Papel inesquecível

Depois de 25 anos, Flávia Monteiro ainda é reconhecida na rua por ter interpretado Carol na primeira versão de Chiquititas, do SBT. Ela conta que se recorda das gravações com carinho

“Uma novela tão importante em que a gente resgatou a luta contra o bem e o mal, os sonhos, a esperança, a família, os sonhos, o amor. Tá vindo um documentário, um livro do Roberto Monteiro, produtor. Muita gente vai homenagear de um jeito. Quem sabe a gente pode comemorar com um brinde juntos! Mas bem que podia ter uma peça, um show…”, sugere a artista.

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