Feliz com reprise de Novo Mundo, Caio Castro revela “conexão inexplicável” com Dom Pedro

Em entrevista, o ator fala da importância de Novo Mundo em sua carreira

Publicado há 9 meses
Por André Santana
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Com a reapresentação de Novo Mundo no horário das seis da Globo, o público tem a chance de rever Caio Castro num de seus momentos mais felizes na telinha. Considerado um divisor de águas em sua carreira na TV, o trabalho é bastante querido pelo intérprete, que celebra a chance de revê-lo como Dom Pedro I na novela de Alessandro Marson e Thereza Falcão.

Nesta entrevista, o ator conta como recebeu a notícia da volta da novela e fala de outros assuntos. Confira:

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O que você achou de Novo Mundo ter sido escolhida para voltar ao horário das seis? Como recebeu a notícia?

Fiquei surpreso e muito feliz. Foi um personagem que mostrou momentos distintos do meu trabalho como ator. Está sendo muito legal poder rever isso. E vale destacar a boa iniciativa da Globo em colaborar com o combate da propagação do coronavírus cancelando as gravações e trazendo essas novelas em edições especiais. Foi importante e necessário para enfrentarmos essa pandemia.

Qual a importância desse personagem na sua carreira?

Dom Pedro foi um personagem muito importante pra mim. Criei uma conexão especial e inexplicável. Foi quase como se eu tivesse tido uma permissão ancestral para dar vida a esse Dom Pedro. O personagem ganhou o carinho do público e recebeu um destaque muito bacana na trama, foi um trabalho intenso e muito gratificante.

Qual cena gostaria de rever?

A cena da declaração da independência, com certeza. Foi um momento muito especial e me emocionei gravando. Retrata um momento histórico do nosso país.

Caio Castro como D. Pedro I na Proclamação da Independência do Brasil em Novo Mundo

O que você tem ouvido dos amigos e do público desde que foi anunciada a volta da novela?

Eu sinto e vejo que a novela conquistou o carinho do público e acredito que isso tem relação com o fato de a trama contar, de forma mais lúdica, um pouco da história do Brasil. As pessoas se identificam, criam uma relação emocional e afetiva. Tenho recebido muitas mensagens bacanas de pessoas que estão felizes com o retorno da novela e de Dom Pedro I.

Como tem percebido a recepção do público depois de três anos da estreia, em 2017?

Muito bem. Tem pessoas que querem rever a história que, como disse, criaram uma relação afetiva, outras que não conseguiram acompanhar na época e podem ver agora. Também acho que estamos vivendo um momento frágil e de muita incerteza, e ter algum entretenimento que leve um pouco de alegria e diversão para as pessoas é muito bom e bem-vindo.

Tem alguma característica ou algo que aprendeu com o personagem que ficou para a sua vida?

Faz tanto tempo, mas acho que de Dom Pedro I ficaram os ensinamentos da aula de violino. Ainda sei tocar algumas músicas. Também aprendi um pouco mais sobre cavalos, a montar, e consegui me relacionar melhor com eles depois da novela.

Como ficou a relação com a equipe?

Conheci grande parte durante o trabalho e ainda falo com a maioria, até hoje. Temos um grupo e nos falamos por lá.

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