Fantástico conta a história de crianças iraquianas sobreviventes do Estado Islâmico

Publicado há 4 anos
Por Endrigo Annyston
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O Fantástico deste domingo, dia 23, traz uma reportagem especial sobre crianças sobreviventes do Estado Islâmico. Elas foram sequestradas pelo grupo terrorista, passaram por treinamentos para matar, e agora estão em campos de refugiados, sob proteção. Ou porque fugiram ou porque familiares pagaram pelo resgate. O cinegrafista Gabriel Chaim teve acesso a elas e contará o trauma dessas crianças no programa dessa semana.

Para lembrar o maior desastre ambiental do Brasil, que completa um ano no início de novembro, o Fantástico convida o aventureiro Lu Marini para sobrevoar toda a extensão do devastado Rio Doce para mostrar o que mudou na região depois do rompimento de uma barragem de rejeitos de minério no subdistrito de Bento Rodrigues, em Mariana. Enquanto Lu Marini sobrevoa a área a bordo de um parapente motorizado, o repórter Ernesto Paglia acompanha a expedição por terra.

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No terceiro episódio da série ‘Segredos de Justiça’, Marta (Heloísa Périssé) descobre, no velório do seu marido, que não é a única viúva e agora tem que brigar na Justiça pelo título de esposa oficial para ter direito à pensão e aos bens deixados por ele. Para ajudar a juíza a desvendar essa história, Jerônimo (Angelo Antonio), melhor amigo de Zé Pernambuco (Nelson Freitas), foi chamado pelas duas viúvas, Marta (Heloísa Périssé) e Eliana (Julia Rabelo), para depor como testemunha. Mas fica desconfortável no tribunal: “Poxa, doutora, assim a senhora me deixa mal. Como é que eu posso fazer isso com o meu amigo, logo agora que o homem não está aqui nem para se defender?”, diz para a juíza (Gloria Pires). Afinal, como melhor amigo de Zé, Jerônimo presenciou a vida dupla que ele levou durante mais de quatro anos. Era padrinho de filhos dos dois casamentos, frequentava as duas casas. “É, Zé, aí tu morre e deixa o problema aqui pra mim…”, desabafa.

Marta foi casada com Zé Pernambuco por 14 anos. Tiveram três filhos, chegaram a se divorciar, mas não conseguiram ficar muito tempo separados. E foi só no velório de Zé que soube da existência de Eliana (Julia Rabelo). Zé e Eliana se conheceram após o divórcio, têm um filho de três anos e ela está grávida novamente. “E durante quatro anos, Zé Pernambuco viveu com as suas duas mulheres. Como se fosse possível contrariar a lei da física, de estar em dois lugares ao mesmo tempo, ele viveu assim, com duas esposas”, explica a juíza.

Inventando uma desculpa aqui e outra ali, ele sempre dava um jeito de se dividir entre as duas famílias, sem deixar ninguém desamparado ou desconfiado. E as duas deixam isso claro para juíza, que tem a missão de decidir quem é a viúva oficial. “Quando ele estava comigo era presente, sempre carinhoso, amoroso”, conta Marta. “Ele era um homem maravilhoso, me deu tudo o que eu precisava, nunca deixou faltar nada”, complementa Eliana. Cabe à juíza decidir que família herdará a pensão, o seguro de vida e os imóveis de Zé Pernambuco. Baseada no livro “A Vida não é justa” da juíza Andréa Pachá, a série tem direção artística de Rafael Dragaud e direção de Pedro Peregrino.

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