Fabíula Nascimento festeja prêmio no Domingão do Faustão: “A internet ama ‘Nanário’!”

Publicado há 9 meses
Por Felipe Brandão
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Este último domingo (15) foi uma data especial para Fabíula Nascimento. Ela desbancou Ágatha Moreira e Paolla Oliveira, musas da novela A Dona do Pedaço, e garantiu a estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante de 2019 na última edição dos Melhores do Ano, prêmio concedido todos os anos pelo Domingão do Faustão.

Tamanho prestígio é reflexo do ótimo trabalho que ela vem fazendo como a controvertida Nana, de Bom Sucesso. “É uma alegria representar essa novela, essa personagem que é uma montanha russa. Já me senti vitoriosa de ter sido indicada [ao prêmio] pelos meus colegas de trabalho, né? Isso pra mim já é um prêmio! Agora então, com o reconhecimento do público… É fechar o ano com chave de ouro“, festejou, em entrevista ao Observatório da Televisão.

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Confira o bate papo completo com a atriz.

OBSERVATÓRIO DA TELEVISÃO – Qual a sensação de ter sido premiada como Melhor Atriz Coadjuvante neste Melhores do Ano?

FABÍULA NASCIMENTO – Muito bom, né? Tô muito feliz! Muito legal receber um prêmio como esse. Não esperava, mesmo! Claro que vi que a galera estava fazendo muita torcida, pra Nana, pro Mário, mas realmente não esperava. Fiquei muito emocionada, muito feliz. Um trabalho tão lindo, né? Uma novela de tanta importância, que fala sobre a leitura, que fala sobre transformar, que fala de morte com muita leveza, né? Fala de transformação, de empatia, de compaixão… Então é uma alegria representar essa novela, essa personagem que é uma montanha russa. Já me senti vitoriosa de ter sido indicada [ao prêmio] pelos meus colegas de trabalho, né? Trabalho aqui [na Globo] há dez anos e nesse ano fui indicada pelos meus colegas – isso pra mim já é um prêmio! Agora então, com o reconhecimento do público… É fechar o ano com chave de ouro.

Você ficou surpresa com a vitória?

Claro, eu não esperava! Já estava felizona de participar da festa, que eu nunca participei… Não esperava mesmo!

Você tinha alguma opinião de quem ia ganhar?

Não, porque as duas são maravilhosas. Ágatha fez um trabalho belíssimo, Paolla também – e foi numa novela das nove, que tem mais repercussão… Então eu estava tranquila com qualquer que fosse o resultado, porque acho as duas fantásticas. E foi muito linda a reação delas também. Elas ficaram muito felizes por eu ter levado o prêmio.

Sua ‘filha’, Valentina Vieira, também se emocionou muito, chegou a chorar…

Ela é uma coisa, né? A carinha da Valentina… A Grazi [Massafera] também, tão parceira! É lindo! A gente [no elenco de Bom Sucesso] torce muito um pelo outro, é bom demais.

Fazendo uma retrospectiva desse seu ano na TV, especialmente em Bom Sucesso, o que você destacaria?

Ah, essa novela é muito especial. Porque começa com um texto que é um primor, uma direção que é superatenta e amorosa, um elenco fantástico, misturado, todas as cores, todos os tipos de gente que vocês possam imaginar. Gente começando, gente já veterana, todo mundo unido, remando na mesma direção. Isso é muito lindo num trabalho. Acho que está impresso na tela o que a gente sente, o que a gente faz junto por essa obra. É uma personagem que é uma montanha russa, que é muito humana, que erra e acerta o tempo inteiro – acho que ela se aproxima muito do público por esse motivo. Ela é zero burra, mas é desatenta, vivendo uma relação sem afeto com um cara que está disposto a fazer tudo. E essa relação com o pai, né? Isso de querer ser a filha predileta, e o pai também não ter a inteligência emocional de dizer o quanto ela é importante. Vou te falar: deu muito trabalho fazer essa personagem! É uma personagem de muita camada. Tenho que ficar muito atenta pra não me perder no caminho, pra dosar o choro, pra dosar as emoções. É uma personagem que é bem matemática. É tudo fruto de muito trabalho.

A Nana começou como uma vilãzinha, ali, com a Paloma…

Rolava um ciúme, né? Uma disputa, algo assim. Tipo, ‘como assim, o meu pai tá com ela? Lendo com ela, coisa que ele não faz comigo há anos? O que é isso? Uma mulher bonita, que aparece na minha casa, com o meu pai morrendo… Peraí, tem alguma coisa errada!’ Gerou nela um preconceito, um preconceito com aquela mulher bonita que aparece, achando que podia significar alguma coisa que não fosse só afeto e amizade.

Você está no ar em Avenida Brasil, em Sessão de Terapia no GloboPlay e também com a Nana, que realmente são dez personagens uma só!

Pois é. É complicado, mas a gente gosta. Como diz a Ágatha, a gente gosta de um desafio.

Mas o texto ajuda?

O texto é fantástico! Não só o Paulo Halm e a Rosane Svartman, mas toda a equipe de roteiro, são todos autores muito geniais. Autores muito próximos da gente também, não tem aquele ‘endeusamento’, de o autor não poder falar com o ator… Existe um carinho, uma troca muito genuína entre nós.

Seu casal com o Lúcio Mauro Filho deu muito certo. Vocês estão shippadíssimos!

Isso é mérito muito do Lucinho! Ele é um charme, tem um carisma absurdo! E fomos juntos, conversamos muito sobre isso, sobre fazer um casal adulto, com que as pessoas possam se identificar. E a internet ama ‘Nanário’! Tem o Armando Babaioff também, que é um amor, meu amigo íntimo… Tenho que agradecer todo mundo. A Grazi, que é uma parceirona, o Rômulo Estrela – que parceiro, que irmão da vida! Ele é muito carinhoso. É um cara que está o tempo inteiro no aprendizado, no sugar, de olhar e aprender… Ele vai ter uma carreira brilhante pela frente, é um menino maravilhoso!

Você tem alguma simpatia pro final do ano? Algo especial que pretenda fazer?

Ah, não sei… Faz tempo que eu não faço. A gente mora numa cidade de mar, né? Então eu dou uma pulada de onda. Mas ano passado não pulei não, fiquei em casa com meus bichos. Eu acho que nesse ano vou me juntar às pessoas que amo, aos meus amigos mais próximos e vamos vibrar coisa boa pro nosso país, que acho que é o que mais precisamos no momento – empatia, troca, que as pessoas respeitem as diferenças e que aceitem o que o outro quer.

Está preparada para se despedir da Nana? Porque já estão chegando os capítulos finais de Bom Sucesso

Sim, estou me preparando… Não tem como deixar mais um pouquinho? [risos]

(entrevista realizada pelo jornalista André Romano)

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