Explosões, radioatividade, insetos transmissores de doença: essas e outras respostas para mistérios de Supermax

Publicado há 4 anos
Por Endrigo Annyston
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O ano é 2008, data da construção do presídio. Muitos operários, um pastor, um prostíbulo e muitas pragas. Nada de confinamento ou tramas que envolvam Sabrina (Cléo Pires), Bruna (Mariana Ximenes), Sérgio (Erom Cordeiro) ou qualquer outro participante de ‘Supermax’. Esta semana, novos personagens e algumas respostas surgem na série. Entre eles o fotógrafo Mauro (Ravel Cabral) e o pastor Nonato (Marcio Fecher), que chegam para mostrar como surgiu a ocupação daquela região amazônica anos atrás.

Com um investimento milionário, a obra que deveria trazer prosperidade para aquela área encontrou uma legião de pessoas em apuros, ameaçadas pela epidemia de um vírus ainda desconhecido. “O infectado fica imune a dor. Ele fica sem dor e sem medo. A saída é acabar com a obra e colocar todo mundo em quarentena”, alerta um pesquisador contratado pela empresa responsável pelo presídio.

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Inconformado com as duras mortes e com as transformações de pessoas queridas, o pastor Nonato duvida de sua fé, tem uma conversa difícil com Deus e começa a se transformar: “Então quer dizer que a cura está nas profundezas da Terra? Baal voltou à Terra para gerar 450 novos profetas, expulsar o povo de Geová e o seguidor daquele que se diz o Messias. Ninguém pode me condenar, porque eu sou aquela que condena”.

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