Ex-mulher já acionou a Lei Maria da Penha contra Hadson, do BBB20, mas diz “torcer por ele”

Publicado há 9 meses
Por Nayara Vieira
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Elen Cristina Vara, de 35 anos, é ex-mulher de Hadson, participante do BBB20, e contou já ter acionado a Lei Maria da Penha, contra o antigo companheiro. Na ocasião, os dois haviam se separado, e a vendedora relatou ter recebido mensagens pelas quais se sentiu ameaçada.

Entrevistada pelo jornal Extra, a mulher revelou que recebeu mensagens no Whatsapp. “Nenhuma separação é fácil. E no nosso caso não foi diferente. Na época, ele começou a me mandar mensagens pelo Whatsapp, mas prefiro não comentar o conteúdo. E eu não queria ficar lendo aquelas coisas. Foi então que resolvi procurar a Justiça”, relata.

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Após o pedido de Elen, o Tribunal da Justiça do Estado do Pará definiu uma medida preventiva, na qual o rapaz estava proibido de “frequentar a residência da vítima e o seu local de trabalho, a fim de preservar a integridade física e psicológica da requerente”.

“Temos dois filhos juntos. Um de 10 e outro de 14 anos. Já restabelecemos nosso contato e não tenho nada contra o Hadson. Fiquei assustada quando vi que informações desencontradas passaram a ser divulgadas nas redes sociais. Esses problemas ficaram no passado. Mas torço por ele, porque é o pai dos meus filhos”, completou a mulher.

Repercussão na web

Depois dos internautas terem descoberto esse fato, aconteceram vários burburinhos, e a família de Hadson se manifestou no perfil do Instagram do confinado, afirmando que não houve agressão da parte do ex-jogador de futebol.

“Tal vinculação é totalmente descabida e inverídica, tendo em vista jamais ter ocorrido qualquer tipo de agressão física entre Hadson e Elen. Prova disso é não existir ação penal sobre a suposta agressão física, nem tampouco exame de corpo e delito. Porém, torna-se imprescindível salientar que existiu sim o pedido unilateral de Elen, a aplicação de medidas protetivas, não por agressão física, mas sim devido mensagens via WhatsApp que Hadson enviava para Elen”, dizia a nota assinada pelo advogado Elson Júnior, representante do rapaz.

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