Envolvida em barraco de Anitta e Ludmilla, Ivete Sangalo solta o verbo no Faustão: “Tenho vergonha”

Cantora também sintetizou a importância de se discutir sobre racismo e privilégios

Publicado há 2 meses
Por Cadu Safner
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Com homenagem ao axé music, o Domingão do Faustão deste dia 21 trouxe uma entrevista inédita com Ivete Sangalo. Citada na briga que se desencadeou entre as cantoras Anitta e Ludmilla nas semanas que passaram, Sangalo não poupou criticas às fofocas. “Tenho vergonha“, disse ela, sem comentar o caso.

Temos que parar de perder tempo com bobagens, com inverdades, com fofocas para falarmos do que é importante, como o racismo. Tenho vergonha de pegar o meu tempo e destinar para essas arestas“, sintetizou a cantora.

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Faustão afirmou a Ivete que ela não perde tempo com brigas entre famílias e na internet. Com o gancho, a baiana explicou que reconhecer quem você é se torna um fator determinante para não cair neste tipo de situação.

Todas essas histórias que porventura que venham de canais negativos, sem otimismo, a gente tem muito assunto difícil para lidar. São conselhos que dou a outras colegas e pessoas que me telefonam para falar sobre isso, é que o mais importante de tudo é quando você reconhece sua essência e sua verdade, aquelas coisas que você acredita.

Não há nada que o outro diga que possa colocar em risco a sua integridade. Você está fortalecido naturalmente quando você reconhece o que você é. Nenhuma pessoa pode trazer pra mim o ônus de uma coisa que eu não vivo.

Quando você canaliza isso, quando você é um amplificador de ideias negativas, você acaba reforçando aquela atitude que é mesquinha, sem nenhuma estrutura emocional.

Isso não vai continuar porque eu tenho o distanciamento emocional e sei o quanto tem isso dessas brigas. Eu entendo que isso é definitivamente uma perda de tempo, eu prefiro ser um canal para falar de coisas que têm relevância.

A discussão sobre o racismo, eu me fortaleço vendo que isso se transformou numa discussão sobre o racismo, eu me fortaleço vendo que isso se transformou numa discussão diária, permanência. Não fofoca, vamos focar para falar de fatos que têm relevância e que a gente tem que acabar com isso.”

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