Em alta, Armando Babaioff recebe Troféu APCA por Bom Sucesso e Melhor Espetáculo Teatral

Publicado há 9 meses
Por Cadu Safner
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Na noite desta segunda-feira (17) aconteceu no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, a entrega dos troféus APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte). O evento reuniu um numeroso elenco de profissionais dos mais diversos setores da arte. Entre os célebres esteve Armando Babaioff (38). O ator, além de representar ao lado de Paulo Halm e Rosane Svartman a novela Bom Sucesso, também premiada, recebeu o Troféu APCA pelo espetáculo Tom na Fazenda, que produz desde 2017. A peça encerrou temporada no Rio de Janeiro e agora seguirá para os Estados Unidos, Montreal no Canadá e depois desembarca na França para o Festival d’Avignon.

A equipe do Observatório da TV bateu um papo com o ator, que falou sobre a emoção em receber um troféu tão prestigiado pela classe artística. “Fazer Bom Sucesso foi uma forma de levar literatura a televisão, uma forma de reforçar que ela é importante e, é claro, principalmente o incentivo à literatura. E de alguma forma se aproveitar dessa estrutura que é isso para inserir este universo na cena“, explicou Babaioff, que hoje reúne cerca de 20 trabalhos na TV, entre séries, minisséries e novelas.

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Armando Babaioff no tapete vermelho do Prêmio APCA 2020 (Foto: AgNews)

O profissional também revelou algo nunca dito. Armando Babaioff teve como uma das bases para construção de Diogo, um dos maiores vilões da Disney, o Capitão Gancho, criado pelo escritor James Matthew Barrie. “Por diversas vezes nos vimos fantasiando juntos com a personagem da Grazi [Massafera], ou se emocionando com a forma com que Fagundes lia os textos. E não só isso, mas o principal, eles conseguiram dialogar com o momento presente, eles conseguiram escutar a forma como a gente tem visto a cultura, a forma com ela tem sido tratada e com que a educação tem sido tratada. Conseguiram transformar isso em arte na televisão em um horário popular e atingindo milhares de brasileiros. Isso é maravilhoso!“, contou.

E continuou: “Dentro deste universo literário, cada personagem era inspirado em um universo da literatura, os autores brincavam muito com isso, aparecia um Dom Quixote numa cena de Fagundes, a Bela e a Fera na figura da Fabíola Nascimento, o Peter Pa…não me disseram isso, mas eu brinquei muito com o Capitão Gancho, eu tinha essa brincadeira como ator na minha composição de flertar com este lugar e de estar falando sobre a literatura e essa liberdade que eu tive como intérprete para poder criar em cima disso. Eu acho que consegui colocar humor na vilania e até doçura para este personagem tão mal“, explicou ele, que se consagrou como um dos melhores atores de 2019 ao viver Diogo.

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