Em 1994, cão falante de Marimar foi “roubado” e tragédia abalou sua carreira na TV

Thalía passava carne nos cabelos para ajudar cãozinho na atuação

Publicado há 9 meses
Por Cadu Safner
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A segunda novela da trilogia das Marias, Marimar (1994), produção estrelada por Thalía, lançava na TV àquele que viria a ser o ator sensação do momento: o cãozinho Pulpy. Na história, o animalzinho deu vida ao falante Pulguento, fiel escudeiro da protagonista.

A ascensão de Pulpy na televisão mexicana causou tanto alvoroço que o cãozinho teve seu passe disputado com a concorrente direta da Televisa, a TV Azteca. Pulguento roubava a cena em Marimar e juntos se transformaram em uma dupla dinâmica. Mas afinal, o que aconteceu com Pulpy após o fim da novela?

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Pulguento e Marimar (Divulgação: Televisa S.A)

Pois bem, o animalzinho continuou sua carreira de ator e deixou a Televisa para estrelar a novela infantil da TV Azteca, Tric-Trac, em 1996, pouco tempo após o término de Marimar. Com status de grande estrela, em Tric-Trac, Pulpy também falava, bem como na novela de Thalía. O cãozinho foi parceiro também de Bárbara Mori, a Rubi da novela homônima de 2004.

Pulguento e Marimar (Reprodução: Televis S.A.)

Mas uma tragédia abalou a carreira do eterno Pulguento. Tric-Trac foi uma desastrosa novela e fracassou em todos os sentidos. A carreira de Pulpy desceu ladeira abaixo e seu brilhantismo conquistado na Televisa nunca mais se repetiu na TV.

Pulpy em cena de Tric-Trac (Reprodução: TV Azteca)

Pulpy não voltou a estrelar novelas e pouco se sabia sobre ele até 2005, quando apareceu no programa Otro Rollo, com a participação especial de Thalía. Ao que dizem, o cãozinho tratado como Pulguento no citado programa não passou de um substituto muito semelhante. Confira o vídeo a seguir:

Tric-Trac, a novela que parece não ter existido

Dirigida por Fernando Chacón e Martin Barraza e idealizada por Norma Ruiz Esparza e Juan Carlos Muñoz para TV Azteca em 1996, Tric-Trac teve em seu elenco nomes como Gabriela Hassel, Claudio Yarto (voz de Pulpy), Gina Morett e outros.

Transmitida nas tardes do canal, transitou pela grade da emissora devido a baixíssima audiência. O enredo contava com uma matina de cães que ajudavam idosos que viviam em uma pensão antiga. Esses cães ajudaram os velhinhos a transformarem suas vidas.

No final, concluiu-se que os cães eram extraterrestres em comunicação como planeta terra. A trama também contou com personagens do mundo fantástico como bruxas e diante da história bizarra, ela foi tratada como “conto de fadas para os pobres”. Ridicularizada, a novela passou completamente batida e não é lembrada nem pela memória do próprio canal.

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