Elenco defende Eu, a Vó e a Boi e diz que existe crítica política em série do GloboPlay

Publicado há 10 meses
Por Gabriel Vaquer
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Lançada nesta semana no GloboPlay, plataforma de streaming da Globo, a série Eu, a Vó e a Boi tem dividido opiniões para quem já viu. No painel da série no Auditório principal da CCXP 2019, o elenco do programa afirmou que existe muita crítica política na série, além de várias referências pop. Curtindo a Vida Adoidado, Modern Family e Sai de Baixo foram citados como referência.

O maior defensor dessa crítica política é o diretor da série, Paulo Silvestrini. Para ele, somente Miguel Falabella, autor do programa, poderia fazer. Algo com que todos concordaram.

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

“Essas situações que elas provocam são hilárias, muito divertidas. Mas também tem uma crítica muito forte com a polarização que nós vivemos atualmente. Ela chega a dizer em um momento que não sabe mais viver sem a boi”, afirmou Paulo.

A história da série

Eu, a Vó e a Boi conta a história de Robbie (Daniel Rangel), que vive com a sua avó, e que odeia de morte a vizinha, chamada de Boi, “porque ela achou que vaca era muito machista”.

“É uma história de amor e de ódio ao mesmo tempo. É algo que tem um humor particular do Miguel Falabella. Não diria algo negro, mas é um humor particular. Tem muita crítica muito contemporânea do que é a dor e o que é amor. É pra todas as idades. Tem uma partes de jovens, de tudo”, contou Danielle Winits, que faz um papel coadjuvante.

Arlete Salles foi um dos destaques do painel. Ovacionada pelo trabalho, ela ficou emocionada e convidou o público, que tanto lhe deu carinho, para assistir ao programa no GloboPlay. “Eu não seria deselegante e irresponsável de convidar vocês pra ver algo que não fosse muito bom. É um trabalho que eu tenho um carinho muito grande. O Miguel Falabella foi genial, pra variar”, exaltou Arlete.

Para Daniel Rangel, a Vó e a Boi são algo como Batman X Coringa

Turandot (Arlete Salles), Celeste (Giovana Zotti), Norma (Danielle Winits) e Roblou (Daniel Rangel)

Como estamos numa feira nerd, Daniel Rangel decidiu comparar a briga entre a vó e a Boi com o embate entre Batman e Coringa. Para ele, essa guerra entre a Vó e a Boi pode dar tão certo quanto os heróis e vilões da HQ. “O Robbie é um cara que fica no meio do fogo cruzado. Ele tenta unir a vó e a Boi, mas não consegue. Tem muita confusão, eu fico meio tentando apaziguar as coisas, mas não consigo. É basicamente Batman X Coringa, um não viveria sem o outro”, falou Daniel Rangel.

Seu Rocha (Alessandra Maestrini) de Eu, a Vó e a Boi (Divulgação/TV Globo)

Por fim, o destaque do painel foi Alessandra Maestrini. Interpretando o policial Rocha na série, ela cantou uma música de ópera que a fez o auditório aplaudir de pé. Eu, a Vó e a Boi, sem dúvida, deixou sua marca na CCXP 2019.

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Carregar mais