Dedé Santana não queria que filha fosse atriz: “É uma profissão sofrida porque não depende só do talento, depende da sorte também”

Publicado há 3 anos
Por João Paulo Reis
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Nesta sexta-feira (15) Mariana Godoy recebe em seu Mariana Godoy Entrevista o Trapalhão Dedé Santana. Durante a conversa, ele fala em primeiro lugar sobre a filha Yasmim Sant’anna e explica porque não gostaria que ela fosse atriz. “É uma profissão sofrida porque não depende só do talento, mas depende da sorte também”, diz ele.

Além disso, Dedé recordou a primeira vez que viu a herdeira no palco. “Quando vi, ela já estava numa peça, era uma comédia. Minha filha mais velha me levou e dei muita risada. Fui ao camarim e ficou um suspense. Quando entrei, ela ficou me olhando e eu falei: ‘é, minha filha, você não podia fazer outra coisa na vida’, e ela me abraçou e chorou”. 

Oitava geração de uma família de artistas circenses, Dedé relembrou sobretudo a perda do pai quando tinha 14 anos de idade. 
“Ele morreu atropelado quase que na porta do circo e nós não tínhamos dinheiro. O circo estava lotado e minha mãe falou: ‘se a gente não trabalhar, não vamos ter dinheiro para enterrar seu pai’. Era o público aplaudindo e a gente chorando”, relembra.

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Com participação em sete filmes e três peças de teatro nos últimos três anos, Dedé afirma principalmente que se considera realizado na profissão. “É uma felicidade tão grande para mim estar no palco, uma honra. (…) Faço 83 anos e só tenho que agradecer a Deus e a vocês”. No próximo dia 7, Dede estreará no espetáculo Circo da Turma da Mônica – O Primeiro Circo do Novo Mundo. A peça é uma parceria com Mauricio de Sousa.

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Após ficar entre a vida e a morte por problemas cardíacos, passou a se relacionar mais com Deus. “Descobri que meu filho era evangélico e trouxeram uns pastores até o hospital, eles oraram por mim e no outro dia eu estava bem. Os médicos disseram que foi um milagre e de lá para cá eu falei: ‘Deus é bom, é maravilhoso’. Sempre oro. Antes da peça chamo todo o elenco e faço uma oração com eles”, pontua Dedé. Acima de tudo, ele ainda garante por fim “não ter medo da morte”, disse em conclusão.

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